Aí VEM O VERíO EM TORRES (por Roni Dalpiaz)

6 de novembro de 2015

 

Por Roni Dalpiaz

Mestre em Marketing, Administrador, Turismólogo e Artista Plástico.

e-mail: ronidalpiaz@gmail.com

 

 

Não me contive e senti a necessidade de escrever sobre a preparação para mais um verão que está chegando. Comecei a escrever e notei que algo me soava familiar. Então fui buscar, em minhas colunas anteriores,  algo parecido com o que estava escrevendo. Para minha surpresa (nem tanta assim) encontrei uma coluna no ano de 2012, pouco antes do iní­cio do mandato da prefeita de Torres. Bem, como nada mudou, resolvi reeditá-la só modificando (um pouco) o final. E aí­ está!

 

As férias estão próximas fazendo com que a hotelaria, o comércio em geral e as prefeituras dos municí­pios marí­timos tomem providências para que os visitantes se sintam bem em suas cidades.

Isto foi escrito em 1985, há 30 anos, pelo saudoso jornalista e escritor Francisco Raupp. Desde muito antes de Raupp dizer essas palavras, cultivamos o hábito de nos prepararmos para o verão. Fazendo isso nos preparamos, também, para receber os visitantes, turistas ou veranistas. Sempre foi assim e certamente isso começou com Picoral e seu Balneário.

As casas estão sendo abertas. Os apartamentos recebem a luz do sol. O comércio se prepara com estoques de produtos, e os quiosques da beira mar começam a receber os primeiros turistas.

A temporada do verão está prestes a começar.

O natal está próximo assim como o ano novo, e tudo passa muito depressa.

Será que vai chover mais do que o ano passado?

Será que virão os Argentinos?

O verão vai ser quente ou mais ameno?

São tantas perguntas e poucas respostas. O certo mesmo é que com ou sem as respostas a cidade e os moradores enfrentam a nova temporada com esperança e algumas certezas.

Uma das certezas é que a economia da cidade depende do sucesso do veraneio. Outra certeza é que no ano que vem as esperanças serão renovadas. Mais uma certeza: é que sempre foi assim.

Acrescento a essas certezas a de que ainda vai demorar muito para modificarmos este estado de coisas. A mudança mexe com a nossa cultura. E para modificá-la precisa-se de tempo, bastante tempo.

Porém é necessário um iní­cio. Quem sabe agora, com um novo governo, um novo ano e quem sabe uma nova mentalidade e um novo modelo. E finalmente, uma nova esperança. 

Como nada mudou, renovemos, pois, nossas esperanças no porvir.

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Referências

RAUPP, Francisco. Do Alto da Torre.Porto Alegre: Editora Movimento, 1985.


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