UNIVERSIDADES GAÚCHA E CATARINENSE FARíO DIAGNí“STICO DO RIO MAMPITUBA

19 de fevereiro de 2016

 

 Botos serão o centro do estudo, que visa ajudar a despoluir o rio

 

O jornal estadual Correio do Povo publicou, no último dia 13 de fevereiro uma matéria sobre uma espécie de convênio acadêmico, realizado entre a UERGS (Universidade Estadual do Rio Grande do Sul) e UNESC (Universidade do Extremo Sul de Santa Catarina), que vai disponibilizar um diagnóstico da água, dos peixes e principalmente dos Botos (espécie local de Golfinhos) que habitam o Rio Mampituba. Os Botos são o centro do estudo, mas o objetivo é maior: analisar o ambiente e as ameaças aos peixes em geral que vivem no rio.

Conforme afirmam os diretores gaúchos do trabalho, o objetivo surgiu do diagnóstico sistêmico estampado por analises da FEPAM (Fundação de Proteção Ambiental do RS), que aponta o rio que separa o Estado gaúcho do catarinense sempre em estado poluí­do, improprio para banho. O trabalho quer, além de diagnosticar a qualidade da água e o estado das espécies de peixes do rio, projetar um plano de ação para inverter o processo de degradação do Mampituba. A busca é, afinal, a melhoria do ambiente onde vivem os golfinhos, buscando açíµes que envolvam as autoridades que legislam sobre o rio, que é de competência federal por estar entre dois estados, mas demanda açíµes integradas entre os municí­pios catarinenses e gaúchos, gestores das populaçíµes que depositam agentes poluentes no rio.

Já foram coletadas algumas amostras de água e de peixes do Mampituba, que estão sendo examinados na cidade de Criciúma pela universidade catarinense. Coleta de água do Rio Tramandaí­ e do Rio Araranguá também serão feitas, já que nestes dois rios existe a presença de Botos, o que pode melhorar o diagnóstico do trabalho cientí­fico.  

 

*Com informaçíµes de Correio do Povo  


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