Em Torres, restaurante interditado e alimentos inutilizados no final da Campanha de Segurança Alimentar Verão 2016

27 de fevereiro de 2016

 

 Na foto,  600kg de produtos inutilizados em supermercado de Torres

 

 

Por MP RS

_________

 

Após as açíµes nas tendas torrenses de quinta-feira (25), a última etapa do Programa Segurança Alimentar Verão 2016 foi realizada no dia seguinte, sexta-feira, 26, em Torres. Durante a ação, foi interditado o restaurante Cantinho da Mana, que não apresentava condiçíµes nem espaço adequado na cozinha para o fornecimento de alimentos.

Conforme os agentes da Vigilância Sanitária Estadual que realizaram a vistoria, a proprietária deverá reformar toda a cozinha, que atualmente está localizada em um espaço muito pequeno. Cerca de 450 kg de alimentos impróprios foram apreendidos no local.

A Vigilância Sanitária também interditou a cozinha do restaurante Pioneiro, que não apresentava condiçíµes de higiene necessárias e ventilação adequada.

 

ALIMENTOS APREENDIDOS

 

Os fiscais do Programa Segurança Alimentar inutilizaram cerca de 600 kg de alimentos impróprios para o consumo no mercado Big Joia, em Torres. Muitos produtos que eram para estar congelados não foram encontrados na temperatura adequada.

No mercado Estrela do Mar foram apreendidos aproximadamente 200 kg de alimentos sem procedência e fora do prazo de validade. Já o mercado Amorita teve cerca de 95 kg de alimentos impróprios descartados.

Os agentes do Programa Segurança Alimentar ainda realizaram vistoria no supermercado Nacional de Torres. Na ocasião, os funcionários do estabelecimento receberam orientaçíµes para que o fracionamento de carne seja realizado na presença de um fiscal veterinário, conforme prevê legislação federal.

De acordo com a Coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Consumidor e da Ordem Econí´mica, Caroline Vaz, os consumidores também devem ser fiscais dos alimentos que vão consumir. A Promotora de Justiça aponta que devem ser verificadas as condiçíµes de armazenamento, a aparência e temperatura dos alimentos, bem como o prazo de validade e a tabela nutricional.

"Fornecer alimento impróprio gera responsabilidade não só administrativa, mas também civil e criminal para aqueles que disponibilizarem estes produtos aos consumidores", afirmou.

Também integram a ação o Coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – Segurança Alimentar – Alcindo Luz Bastos da Silva Filho; os Promotores Felipe Teixeira Neto e Márcio Carvalho, além de agentes do Gaeco “ Segurança Alimentar e da Delegacia do Consumidor da Polí­cia Civil.


Publicado em:







Veja Também





Links Patrocinados