Servidores realizaram manifestação contra cortes nos valores de insalubridade em Torres

29 de abril de 2016

 

 Ato (na foto) foi realizado em meio ao espaço do Festival Internacional de Balonismo

 

 

No último dia 23 de abril, dentro do Parque de Exposiçíµes Odí­lo Webber Rodrigues (onde ocorria o tradicional Festival Internacional de Balonismo) servidores públicos municipais de Torres realizaram uma manifestação de repúdio ao corte dos valores de insalubridade que eram pagos para diversas categorias de trabalhadores na cidade. A determinação do corte partiu da prefeita de Torres, Ní­lvia Pinto Pereira, buscando redução de gastos do poder público municipal. O ato foi coordenado pelo SIMTO (Sindicato dos Servidores Municipais de Torres), e contou com a participação de trabalhadores munidos de cartazes, com palavras contra a retirada de direitos dos servidores. "Mais uma vez, querem que o funcionalismo público pague a conta", dizia um dos cartazes.

 

Diversas categorias perdem o benefí­cio

 

Após a realização de perí­cia técnica –   embora tenha sido impugnado o laudo pela entidade representativa da categoria (SIMTO) – a prefeitura de Torres determinou o corte da insalubridade para as categorias de: auxiliares de serviços gerais/ complementares, auxiliares de creche, agentes administrativos (de várias ordens), trabalhadores da assistência social, fisioterapeutas, motoristas, operários, pedreiros, telefonista/recepcionista, zelador de estradas, capatazes, carpinteiros, coletores ecológicos e farmacêuticos.

 "Esgotadas todas as tratativas e possibilidades de acordo pela via administrativa, a prefeita decidiu acatar, na í­ntegra, o entendimento do perito, mesmo estando (a decisão) em desconformidade com a legislação vigente", indicou a assessoria do SIMTO em comunicado. "Assim, grande parte dos servidores, principalmente os que atuam nas secretarias de obras, saúde e educação serão afetados com a perda de significativo valor em suas remuneraçíµes, mas continuarão expostos a agentes fí­sicos, quí­micos e biológicos que causam prejuí­zo í  saúde e í  integridade fí­sica destes trabalhadores", ponderou a nota.

 


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