írvores de terreno que receberáconstrução são transplantadas respeitando a lei

11 de março de 2010

Empresa construtora torrense respeita fundamentação

 embora a lei não seja cumprida como deveria na cidade

                     Estamos entrando em época de votação e discussão das modificaçíµes do Plano Diretor Urbano de Torres. Nada melhor do que começarmos a estampar bons e maus exemplos de coletividade, pois o código de Obras, o Código Ambiental e o Código de Posturas devem ser votados simultaneamente após as devidas discussíµes na Câmara Municipal e nas audiências Públicas.

 O conceito de auto-sustentabilidade nada mais é do que saber fazer o desenvolvimento sem deixar rastros maiores para trás que prejudicam a sociedade ou que demandarão investimentos futuros pagos pela mesma sociedade para redimir os erros do passado.  

   

Na semana passada a Construtora ígil deu um exemplo para as pessoas que participarão das decisíµes das novas regras progressistas de Torres observarem e colocarem em consideração em suas análises. Com alto grau de profissionalização, os empreendedores transplantaram árvores nativas para outras localidades ao limparem um terreno que será construí­do um prédio na Praia Grande, e doaram planas exóticas para serem aproveitadas por outros, tudo pago com recursos dos empreendedores da construção civil local.    

 

A ígil Construção, de propriedade do empresário Adair Emerim, contratou a empresa torrense Eco. Ambiental para coordenar o trabalho de cumprimento de uma lei que já existe em Torres e que a empresa faz questão de cumprir não só pela escolha pela legalidade, mas pela opção por decisíµes de auto-sustentabilidade. A empresa contratada para fazer a adaptação das compensaçíµes ambientais previstas em lei coordenou afinal o transplante de Hibiscos para os Canteiros centrais da Avenida Beira Mar,  na Praia Grande, mesmo sendo uma planta exótica, após sugestão da secretaria do meio ambiente de Torres. Transplantou também uma Palmeira Areca para decorar e arborizar o entorno do Centro Vida, onde é localizado o novo CAPS, também uma planta exótica, também feita com indicação dos técnicos ambientais públicos da cidade.

   

Preservação e ornamentação andam juntas

   

Também no CAPS foi transplantada uma Pitangueira, planta nativa que possui leis de conservação e polí­tica de preservação local. Já outra espécie nativa que estava no terreno onde será construí­do pela ígil o empreendimento Blue Diamond Residence, como, por exemplo, o Ipê Roxo, foi doado í  torrenses que mostraram interesse em replantá-las. A empresa construtora deixou no terreno onde haverá o prédio outras plantas nativas preservadas pelo projeto arquitetí´nico desenvolvido pela Lithos Arquitetura com o intuí­do de preservação exigido pela ígil.

 Conforme as Leis de arborização 9.519/92 (Estadual) e 3.698/02 (Municipal), esses procedimentos deveriam ser feitos em todas as açíµes de construção em Torres, mas informaçíµes obtidas pelo jornal A FOLHA dão conta que muito poucos torrenses têm a mesma consciência do caso da ígil, principalmente pessoas fí­sicas, que constroem ou reformam, mas também em alguns casos por pessoas jurí­dicas.

 Pela Lei, a secretaria do meio ambiente deverá efetuar um acompanhamento das árvores transplantadas durante o perí­odo de 1 ano vindo de relatórios feitos pela Eco Ambiental. Caso alguns dos exemplares transplantados não peguem (morram), deverá ser feito compensação através de mudas nativas para a SMMAM de Torres  


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