Também será lido na sessão de segunda-feira, dia 31 de março, o Pedido de Informação, de autoria do vereador Gibraltar Vidal, O Gimi, que quer saber da prefeitura, dentre outras várias solicitações formais em trâmite, mais detalhes sobre o “saldo em conta do SAMU no dia 1º de janeiro, assim como detalhes sobre compras destinadas ao programa de Torres nos anos de 2021/2022/2023 e 2024, individualizadas por item além dos valores e verbas periodicamente enviadas dirigidas àquele Serviço, tantos as estaduais quanto as federais”.
O tema está polemizado, por conta de haver um projeto de lei que redefine os cargos da equipe do SAMU em Torres, assim como seus salários. Mas os servidores atualmente ativos não concordam com o projeto, principalmente com os valores salariais. E neste debate, um representante do SAMU esteve na Câmara na segunda-feira, dia 24/3, quando entre outras informações sobre as demandas dos funcionários, acabou denunciando que um dirigente de alto escalão atual da prefeitura municipal teria afirmado, para ele, que não estava fechando as contas entre as receitas carimbadas para o SAMU (encaminhadas para a prefeitura), se comparadas com as despesas, que por lei devem ser utilizadas todas no mesmo lugar: o programa SAMU.
Acho que a prefeitura anterior (a ativa nesta obrigação referente ao ano de 2024) não seria ingênua de deixar faltar aplicação de recurso carimbado. Deve ser alguma barbeiragem contábil ou erro de lançamento de dados. Mas veremos onde estão os ativos e passivos contábeis e onde estão os ativos e passivos políticos, após o vereador Gimi receber as informações demandadas no pedido formal.
Se for verdade a denúncia, o Tribunal de Contas do Estado do RS deverá apontar a administração anterior pelo erro, assim como pode definir sansões que podem ser pesadas aos responsáveis. Vamos ver…
Manutenção da Orla Gastronômica é manter o turismo

Será lido na segunda-feira, dia 31/3, na sessão da Câmara de Vereadores de Torres um Pedido de Providências, de autoria da vereadora Carla Daitx (PP) que será encaminhado ao prefeito municipal, onde ela solicita ao Poder Executivo providências quanto a limpeza e capina em toda a extensão da Orla Gastronômica, um espaço reinventado inaugurado no final do ano passado na beira do Rio Mampituba.
Na justificativa da matéria encaminhada, a autora afirma que “a falta de manutenção tem resultado um grande volume de mato e sujeira, comprometendo não apenas a estética do local, mas também a segurança e o bem-estar de moradores, comerciantes e visitantes”. Carla lembra na mesma justificativa de seu pedido de providências formal, “que a Orla Gastronômica é um dos pontos turístico e de lazer da cidade, movimentando a economia local e proporcionando um ambiente agradável para a população”.
Peço respeito, chegamos aqui pelo povo!

Também sobre relação de servidores municipais com a Câmara Municipal, na sessão da Casa Legislativa de segunda-feira (24 de março), o presidente, vereador Igor Bereta, pediu publicamente em nome dos vereadores que servidores municipais ‘rebeldes’ tivessem mais respeito com ele e seus colegas, que não fizessem acusações contra a importância do trabalho dos parlamentares, por conta de isto ter ocorrido na presença destes (na Assembleia do SIMTO na semana passada).
Igor ‘puxou a orelha’ dos mal educados (que são poucos, em relação ao todo) lembrando que os vereadores foram eleitos por voto e, portanto, com o aval da população e por isso merecem muito mais respeito.
OPINIÃO – Concordo. Os vereadores são empreendedores de ideias que para poderem realizar seu trabalho necessitam ser eleitos. Já os servidores públicos são contratados pela comunidade para fazerem partes do trabalho definidos nas leis e normas municipais pela legislação parlamentar, aprovadas (sancionadas) pelos prefeitos – que também são eleitos pelo povo para poderem trabalhar. Não basta um concurso ou um currículo para poder se considerar superior aos políticos no sistema público da democracia.
Critica ao governo anterior de Torres
Na sessão da Câmara de Torres passada (24), o vereador Zé Milanez (PL) criticou a administração anterior por colocar papelão onde teria de ter cimento, em algumas obras nos postos de saúde. Sugeriu farmácia itinerante e sugeriu também que as verbas empenhadas para o SAMU fiquem para uso exclusivo no SAMU.
O que chama a atenção nos posicionamentos do vereador do Partido Liberal são as críticas contundentes à administração do governo Carlos, do PP – quando sua candidatura (na qual foi eleito) estava ancorada no mesmo PP, que perdeu a eleição com o candidato Nasser.
Pista de Corrida no final de semana
Também na sessão passada da Casa Legislativa torrense, o vereador Claudio Freitas (Republicanos) comentou, em seu espaço de tribuna, sobre a importância da prática de corrida, conforme ele o esporte que mais tem tido aumento de adesões em todo o mundo.
Cláudio é treinador na área e trabalha com projetos de atletismo (em especial o Bricar de Correr, da Ascort), nos quais as provas de corrida são destaque. E por isso pediu publicamente que a prefeitura de Torres avaliasse a ideia de liberar, no sábado e no domingo, uma das duas pistas da avenida beira mar para que os atletas tenham mais espaço para os treinos e pequenas competições ou desafios, em seus treinamentos ou práticas desportivas.
Saúde doente nos EUA: tem remédio?
O Departamento da Saúde dos Estados Unidos cortará aproximadamente 10 mil empregos como parte de uma reforma mais ampla do governo de Donald Trump, de acordo com um comunicado divulgado nesta quinta-feira (27/3). A organização passará por mudanças significativas e sua força de trabalho será reduzida de 82 mil funcionários em tempo integral para 62 mil, como resultado desses cortes de empregos e de outras medidas de saída voluntária ou antecipada, de acordo com o comunicado.
Erro do alvo?
O Plenário da Assembleia Legislativa do RS aprovou, na tarde desta terça-feira (25), o PR 1 2025, da Mesa Diretora, que altera a Resolução n.º 2.902, que institui o prêmio “Assembleia Legislativa de Cinema Gaúcho”, de curta e média metragem. “Fica incluída a categoria de “Melhor figurino”, entre outras alterações” diz o texto.
OPINIÃO – Com todo o respeito ao sistema de cinema de curta e média metragem do RS, penso que a Assembleia Legislativa do estado do deveria ter muito mais coisa a fazer do que criar concurso de “MELHOR FIGURINO” em fomento a produção de curtas metragens. A menos que o certame seja feito por outra entidade e a AL esteja somente dando um pitaco na forma da avaliação. Mas não acho saudável que deputados tenham que avaliar figurinos de apresentações artísticas, principalmente votar PL com modificações nestes temas da sociedade.
