O tarifaço implementado pelos EUA nas alíquotas de importação de nossas mercadorias acontece porque o presidente Lula insiste em se colocar de para- quedas no jogo da geopolítica dos países desenvolvidos, ainda, sempre contra os Estados Unidos, em alguns casos, ofendendo o atual presidente Trump. Se coloca ao lado de países ligados a movimentos terroristas, ao lado de ditaduras sanguinárias, e ao lado de impérios que tratam o povo como plebeus de forma impositiva.
Agora cabe aos brasileiros enfrentarem a situação que deve ser criada pelas tarifas, que deve ser desaceleração e desemprego em uma economia que já mostra sinais neste sentido há tempos.
Na prática, o corporativismo estatal implantado pelos progressistas brasileiros consegue, sim, aproximar-se mais de seus caminhos para a conquista de poder: criar problema para os mais pobres, colocando culpa nas empresas, para a seguir prometer atender necessidades direta destes segmentos, com repasses de benesses oferecidas às custas de impostos escorchantes como bolsas de auxilio, cotas e etc.
RS TEM QUE TER UM GOVERNO DIMINUÍDO

Um governo que promete estatizar ou diminuir privatizações do RS não caberia nem próximo a necessidade do Rio Grande do Sul na busca de tirar o Estado gaúcho do risco da falência. Ao contrário, o RS necessita de um governo que diminua pela metade o tamanho do custo do Estado para a pessoas, assim como diminuir a necessidade das pessoas do Estado para que possam sobreviver. Um governo que irá buscar um caminho libertador, onde as famílias tenham aumento de renda pelo trabalho para que possa pagar pelos seus serviços básicos como alimentação, moradia e até Saúde, Educação e Segurança, sem pedir para os governos, mesmo que estas últimas sejam oferecidas ainda de forma gratuita para quem ainda não tiver recursos próprios para pagar.
Na verdade, no Brasil a figura do Estado Federativo está se tornando cada vez mais supérflua. Um Estado federativo que não tem autonomia para fazer leis locais que o diferencie de outros acaba servindo somente para se colocar como uma espécie de franquia do governo federal, como uma espécie de terceirização verticalizada por instâncias de poder público. E para isto tem que ter uma Assembleia Legislativa autônoma e cara, um poder judiciário autônomo e caro, além de Ministério Público, Tribunal de Contas, Tribunal Eleitoral e etc., todos também autônomos e caros. Que estes, sim sejam nacionalizados!
Se o RS pudesse por exemplo, implementar a Pena de Morte como fazem alguns estados federativos dos EUA; ou implementar leis de costumes mais conservadoras como permitem também alguns estados dos EUA (que é federativo a ponto do nome ser “Estados Unidos”, também: muita gente poderia passar a morar nestes por conta de quererem morar num ambiente com estas regras de convivência. Mas não …Aqui nas federações estaduais, nada pode, tudo que se tenta fica com o chamado “vício de origem” e as leis acabam sendo iguais em todos os Estados brasileiros: como a lei maior no Brasil. Atualmente ainda como o STF redefine… Ou não?
Então, para se ter o Estado um governo próprio e autônomo, há de se ter uma estrutura de secretarias e órgãos burocráticos enxutos, para que os recursos possam pelo menos tapar buracos nas estradas além de ser franquia no governo federal para a Saúde, Educação, Justiça e Segurança.
CAMINHO TORNO PARA CUMPRIR CONSTITUIÇÃO TORTA
A Constituição do Brasil promulgada em 1988 afirma que a moradia é um direito do cidadão e que é dever do Estado trabalhar para que isto seja conseguido universalmente pela população. Só que já passaram quase 40 anos e o acesso à moradia parece ser cada vez mais uma carência, principalmente para as pessoas mais pobres.
Em Torres, como em toda a nação, a construção de casas em locais não regulamentados tem sido uma prática. Ocupações de áreas ou loteamentos informais sem obediência às regras de urbanização nas praias do sul, por exemplo, são algumas das várias formar que a população mais pobre utiliza para obter moradia por valores que entram em seus parcos orçamentos. E o aproveitamento destas brechas são também utilizados por “empreendedores informais” (mais conhecidos como espertinhos) que loteiam, constroem e vendem casas e terrenos ilegalmente criados, para que os mais pobres comprem ou aluguem estes imóveis, deixando a batata quente para os governos municipais, que acabam tendo que enfrentar alguns casos de forma nada popular, ou deixar o sistema se espalhar como se não tivesse vendo o que está acontecendo. Terra de cego quem tem um olho é rei.
