O prefeito de Arroio do Sal, Luciano Pinto, durante a audiência pública sobre a licença do porto de Arroio do Sal, desabafou sobre casos observado por ele de servidores públicos (muitos com salários altos), ativos ou aposentados, que criticam os empreendedores e defensores da implantação do Porto Meridional (e outras obras progressistas). Ele lamenta que muitos desses (incluindo aposentados) querem continuar chegando no final do mês e recebendo seus salários públicos, salários esses que só existem por conta da cobrança de impostos feitos pelos governos – conquistados também a partir de obras e operações progressistas (que criam valor). Impostos esses que são o sustentáculo do caixa para pagamento desses direitos estáveis dos servidores públicos, que vão ao caixa eletrônico todos os meses receber do estado (estado que é sustentado pelo povo). Concordo com ele que se trata de uma ambiguidade de ideologias, embora seja um direito legítimo e democrático.
Penso que o pior é ainda inventar cenários ambientais inexistentes em alguns casos, como extinção de espécies marítimas por conta da entrada de um porto em algum lugar, quando se sabe que existem portos espalhados pelo mundo onde essa extinção não aconteceu. É tática baixa e de energia intoxicada… Seria muito mais ético e transparente, penso eu, se os militantes (legítimos) contra obras progressistas em geral assumirem que não as querem porque moram ali e gostam da situação como está, porque acham que vai piorar a vida perante SUA visão de progresso, que vai interferir no visual de ambiente mais natural e etc… penso que isso é mais legitimo. Minha opinião.
