No Brasil, o Poder Judiciário consome anualmente cerca de R$ 164,6 bilhões (dados consolidados do Conselho Nacional de Justiça – CNJ), o que equivale a 1,3% do PIB nacional. Em contrapartida, o orçamento destinado à Saúde pública federal (União/SUS) gira em torno de R$ 245 bilhões (conforme a Lei Orçamentária Anual). Ou seja, o Judiciário consome mais que 60% do mais importante orçamento da nação. É isso ou não?.
Se cortássemos as burocracias E MORDOMIAS da justiça pela metade, creio que poderíamos cortar pela metade esse valor, o que poderia proporcionar em torno de mais R$ 80 bilhões para o SUS diminuir as mortes que têm causado por falta de dinheiro na também burocrática operação.
O orçamento total previsto para o Congresso Nacional em 26 gira em torno de R$ 18 bilhões, enquanto o orçamento federal anual do SUS (Ministério da Saúde) está na casa dos R$ 245 bilhões. Se cortássemos pela metade – por exemplo retirando as mordomias como veículos, com motoristas, orçamentos de gabinete para recrutar exércitos de servidores, viagens internacionais e outras ridículas verbas de representação – teríamos mais R$ 9 bilhões para colocar no SUS e salvar vidas brasileiras, que morrem indiretamente por conta da má gestão do dinheiro público, que proporciona lagostas servidas em almoços políticos e contratação de CC’s políticos em número maior que o necessário.
O Fundo Eleitoral no ano de 2026 girou em torno de R$ 5 bilhões. São recursos para que os quase 40 partidos no Brasil “invistam” nas campanhas eleitorais dos candidatos das agremiações. O Orçamento do SUS é de R$ 245 bilhões e nunca chega… Se retirássemos o chamado “financiamento da democracia” (o que acho um conceito demagogo), o SUS já poderia pelo menos apressar um pouco a fila de cirurgias e evitar milhares de mortes anuais, além de evitar que espertinhos empreendam na abertura ou filiação em partidos políticos como forma de ganhar dinheiro que não merecem. Olho no lance!
