Estamos entrando em período de Natal. A data que, conforme cristãos, representa o nascimento de Jesus, que (em minha análise) veio ao mundo para mostrar que a verdade das vidas humanas (incluindo as almas) é o segredo, sendo que acabou sendo morto por isso pelos lideres à época. Uma espécie de Censura praticada desde AC (Antes de Cristo).
Pedir o nascimento de uma ideia é também parte das preces do Natal e do Ano Novo, que se misturam neste período de festas… E teremos eleições gerais em 2026, dentre elas para governo do Estado, quando nosso RS entra no certame para buscar um novo nome (para substituir o atual governador Eduardo Leite).
Misturando verdade, preces e nascimentos deste período mágico e exotérico da humanidade, tomo a liberdade de afirmar (e pedir preces para que de certo) que a escolha do nome de governador terá de ser a de um homem ou mulher que se disponha a manter viva uma entidade que se mostra morta há muitos anos. Ou seja: escolher um bom governador terá de ser escolher um bom administrador de falências. Falências que não se restringem ao RS, restringem-se a todos os estados federativos, porque o modelo do pacto federativo e o modelo tributário no Brasil transformou Brasília em um império rico, pomposo e solene, que sobrevive do trabalho árduo do povo, formado por federações de municípios que têm de se virar para não falir – porque esperar que a realidade e a verdade mudem é coisa de pessoas muito otimistas.
Mas no RS, o problema é maior. Maior porque os gaúchos nas últimas décadas trataram de administrar o Estado local sem considerar a sustentabilidade ética e financeira, quando colocaram entidades e corporações como parasitas do sistema que consomem mais do que se arrecada para conseguir votos e manter o poder.
As duas estatais que ‘vazavam água’ há décadas já foram privatizadas, mas ainda existem estatais e autarquias que continuam aumentando a necessidade de obter, dos cofres públicos, a receita financeira para que sustentem o ‘sonho vendido’ para seus atores: de sobreviver de obrigações compulsórias criadas para a sociedade, ao invés de viverem pela produção e mérito de seus trabalhos e projetos de vida. O que conseguiram, mas fizeram falir ainda mais nosso querido Estado.
Talvez a revogação da entidade Estado Federativo seja uma opção a ser pensada no ano que vem, desta feita por deputados federais e senadores, que vão fazer suas campanhas para trabalharem na ‘Ilha da Fantasia’ chamada Brasília. Mas tem que ser muito altruísta para não cair na tentação dos pecados apresentados na ilha.
Boas festas e bons sonhos… mas sem fugir da Verdade, rogo
eu.

