Torres poderá ter Tarifa Zero no transporte público. foi aprovada pela Câmara de Vereadores em julho de 2026, mas ainda depende de sanção e regulamentação da Prefeitura para começar a funcionar. A medida foi viabilizada pelo novo marco legal do transporte do município
A tarifa zero transforma o transporte coletivo de um serviço pago pelo usuário em um direito social financiado pelo Estado, atuando como um “salário indireto”. Ao eliminar o custo da passagem, a medida devolve poder de compra às famílias — especialmente as mais vulneráveis — e injeta liquidez no comércio local.
Tarifa Zero é uma política de distribuição de renda – Vai trazer alívio no Orçamento Familiar, pois, o valor gasto com passagens funciona como um “imposto de circulação” que pesa desproporcionalmente nas classes de menor renda. Para muitas famílias, a tarifa pode comprometer uma parcela significativa do salário mensal. O dinheiro que antes ficava preso na catraca é convertido em renda disponível, estimulando o consumo no comércio de bairro e serviços.
O acesso gratuito à mobilidade viabiliza o direito ao trabalho, à saúde e à educação, além de facilitar a busca por emprego por parte de populações marginalizadas, atuando como um mecanismo de inclusão social e territorial. O modelo é progressivo na medida em que a manutenção do sistema passa a ser financiada por impostos gerais ou contribuições de setores que se beneficiam da fluidez urbana, onde quem ganha mais paga proporcionalmente mais. Embora o potencial distributivo e de desenvolvimento da Tarifa Zero como indutor econômico seja amplamente defendido, a sua adoção em larga escala requer fontes de financiamento sólidas, já que os custos operacionais (frota, combustível e pessoal) continuam existindo e precisam ser cobertos pelo poder público.
Procura aumentará – Quando a passagem passa a custar zero, o número de passageiros cresce de forma abrupta por dois fatores: as pessoas que já usavam o autocarro passam a fazer mais viagens (novos trajetos) e pessoas que iam a pé ou de transporte individual migram para o transporte público.
O Gargalo Operacional e a Necessidade de Novas Linhas – O aumento de passageiros exigirá não apenas colocar mais autocarros nas rotas que já existem. É necessária uma reestruturação profunda da rede de transportes, como criação de rotas mais curtas para trazer as pessoas dos bairros periféricos, evitando a sobreposição de linhas e cobrir novas áreas da cidade, como bairros e vilas, que antes não tinham viabilidade comercial, para reduzir o tempo de espera nas paragens e evitar grandes aglomerações e lotação esgotada.
Pavimentação da SC – 108 – A SC-108 entre Jacinto Machado e Praia Grande, terá obra de conclusão de pavimentação, conforme o anunciado, pela Secretaria de Infraestrutura de Santa Catarina. Com uma porcentagem de desconto de 27,01%, em relação ao valor proposto pelo Governo do Estado, apresentando o orçamento de R$ 59.317.627,95 (cinquenta e nove milhões, trezentos e dezessete mil, seiscentos e vinte e sete reais, com noventa e cinco centavos), a empresa que apresentou a menor proposta foi a LCM Construção e Comércio. Estabelecida desde 1988, no Bairro Santa Lúcia, cidade de Belo Horizonte, capital de Minas Gerais. Porém, até o início das obras, ainda restam algumas etapas. Primeiramente, é estabelecido um prazo para que as demais oito empresas participantes da licitação apresentem seus respectivos recursos para que a construtora mineira possa ser declarada ou não vencedora do certame.
Teste do Pezinho volta ao debate – A Câmara dos Deputados poderá discutir a implementação da ampliação do Teste do Pezinho no SUS. O debate pretende cobrar o avanço da Lei Theo, que ampliou o número de doenças rastreadas, mas cuja implementação ainda enfrenta desigualdades entre os estados.
Doenças raras avançam na Câmara Federal – Um novo requerimento propõe uma audiência pública para discutir os desafios da Política Nacional de Atenção às Pessoas com Doenças Raras no SUS. Entre os temas estão o acesso ao diagnóstico, aos centros especializados, aos medicamentos e às novas tecnologias em saúde.
