O vereador Rogerinho, em seu espaço na sessão da Câmara de segunda, dia 6/10, cobrou no microfone providencias da prefeitura para continuidade das obras de reforma das floreiras retiradas das aberturas centrais da Avenida Barão do Rio Branco. O vereador acha que o trânsito está confuso desde a retirada das floreiras ainda no verão passado (início do governo) – e que estas são importantes instrumentos de ornamentação da via de entrada da cidade. Achei meio abrupta a retirada das floreiras inicialmente, principalmente porque os retornos voltaram a funcionar como alternativa viária – assim como voltaram os afunilamentos de trânsito causados pela volta das opções de utilização destes para retornar, entrar e à esquerda em uma via e dar a possibilidade de veículos entrarem na avenida de outras vias que antes não conseguiam. E achei um tanto violenta a postura de governo, porque retirou rapidamente as floreiras sem repor nada, o que em minha opinião piorou a situação. Mas os governos que assumem geralmente mudam alguma coisa que acham (pela sua ótica de ver as coisas) que deva ser mudada, mesmo que os casos gerem críticas ou mais confusão. Chamam de DECISÃO DE GOVERNO.
Concordo com o vereador que os retornos devem ser fechados novamente. Atravessar a avenida, para mim, deve ser feito com retornos por ruas paralelas ou através das rotatórias. Mas tem gente que acha o contrário, vai saber onde está a lógica da coisa.
BOM TRABALHO NOS MOLHES
O governo Delci tem que ser parabenizado pela política pública implementada e aplicada para reformar e manter o caminho dos Molhes de Torres, que se trata afinal de um atrator turístico e ponto para caminhadas por moradores e visitantes. Uma espécie de protocolo implementado está dando certo para fazer o trabalho irritante, mas necessário, de retirada de areia do lugar para mantê-lo como uma passarela de passeio turístico que é. A troca de iluminação rasteira também foi inteligente. Colocar postes de luz com iluminação vinda de cima deve restringir o número de depredações do local, porque geralmente depredador é doente e preguiçoso, e não vai quere subir para quebrar as lâmpadas. Mas sugiro que a colocação de câmeras de monitoramento inicie por lá e por toda a chamada Rota Gastronômica de Torres. O bandido não vai queres ser filmado em flagrante delito e vai para outras terras cometer suas atrocidades. Manter o protocolo de limpeza também é importante. E para isso, sugiro uma parceria com os donos de bares e restaurantes locais: eles foram e são beneficiados e podem colaborar financeiramente para essa manutenção de limpeza do calçadão, que vai do farol do molhe até a Rua Saldanha da Gama, margeando o rio, uma espécie de Contribuição de Melhoria informal. Ou não?
