O governador em exercício, Gabriel Souza, assinou nesta sexta-feira, dia 26 de dezembro, dois convênios do governo do Estado que garantem o repasse de R$ 1,78 milhão ao Hospital São Vicente de Paulo, em Osório. Conforme informa o governo do RS, os recursos serão aplicados na aquisição de equipamentos hospitalares e na reforma de áreas destinadas às futuras instalações do Serviço de Terapia Antineoplástica (oncologia).
O principal investimento, no valor de R$ 1.303.445,12, será destinado para reforma e adequação das áreas físicas que irão abrigar o futuro serviço de terapia antineoplástica, etapa fundamental para a habilitação e o funcionamento da oncologia no hospital. Além disso, o Estado também garantirá o custeio do serviço enquanto não houver habilitação federal, assegurando o início do atendimento à população sem atrasos.
“Estamos viabilizando a implantação da oncologia em Osório, um serviço essencial que vai evitar deslocamentos longos e desgastantes de pacientes do Litoral Norte. O Estado não apenas está investindo na estrutura, mas também assumirá o custeio enquanto o serviço não for habilitado pelo Ministério da Saúde, para que ele comece a funcionar o mais rápido possível”, afirmou o governador em exercício.
A secretária da Saúde, Arita Bergmann também no evento destacou que a liberação dos recursos foi possível graças ao trabalho técnico realizado durante o período de intervenção estadual. “A intervenção permitiu estruturar o projeto, obter as aprovações técnicas necessárias e garantir a liberação dos recursos. Com isso, as ações poderão iniciar já no começo de 2026”, salientou.
O prefeito de Osório, Romildo Bolzan, ressaltou o alcance regional da implantação do serviço de oncologia. “Estamos falando de um serviço que atende não apenas Osório, mas todo o Litoral Norte. Hoje, dezenas de pacientes precisam se deslocar mensalmente para Porto Alegre para tratamento. Esse investimento representa menos burocracia e mais solução para a vida das pessoas”, destacou. Lembrando que Torres tem demandado muitas vezes a necessidade de aproximação de tratamento de oncologia, o que pode estar se tornando uma realidade.







