Histórias que a SAPT guarda: O clube torrense vestido de memória

Quem atravessa o hall de entrada da SAPT neste verão se depara com uma interessante exposição, que resgata parte da história da SAPT e sua relação com o município de Torres

17 de janeiro de 2026

Quem atravessa o hall de entrada da SAPT neste verão é imediatamente convidado a fazer uma pausa. Antes mesmo das quadras, das conversas animadas ou dos compromissos do dia, o clube se apresenta por meio de sua própria história. A exposição instalada logo na entrada transforma o espaço de passagem em lugar de encontro com a memória, revelando que a SAPT também sabe olhar para si e se reconhecer no tempo.

Réplicas das tradicionais barraquinhas, do icônico torreão salva-vidas, registros da história da natação e do tênis, a galeria dos ex-presidentes e um breve histórico dos 90 anos de trajetória compõem esse recorte expositivo. O clube, literalmente, se enfeitou da própria história. Não como algo distante ou solene, mas como parte viva do cotidiano de quem circula por ali.

Anúncio 1

Logo na entrada, um grande painel apresenta acontecimentos marcantes, momentos que ajudaram a moldar a identidade da SAPT ao longo das décadas. São fatos, imagens e memórias que não contam tudo, e nem poderiam. Toda exposição é sempre uma escolha.

Escolhe-se o que mostrar, o que destacar, o que lembrar. E é justamente nesse gesto que a memória se constrói: como recorte, interpretação e narrativa.

Anúncio Slider Meio

Essa exposição cumpre um papel fundamental de valorização, preservação e comunicação da história do clube. Para as crianças, é uma forma de descobrir que os espaços que hoje ocupam já foram vividos de outras maneiras. Para novos moradores e novos associados, é um convite ao pertencimento, uma porta de entrada simbólica para compreender a importância da SAPT na vida da cidade. Para quem já viveu muitos desses momentos, é a oportunidade de reviver, reconhecer-se e se emocionar.

 

Exposição revela trajetória da SAPT

Mais do que contar a história de uma instituição, a exposição revela como a trajetória da SAPT se entrelaça com a própria história do município. Clubes, associações e espaços de convivência são também produtores de memória coletiva. Eles registram hábitos, práticas esportivas, formas de lazer, encontros e transformações sociais que ajudam a compreender quem somos enquanto comunidade.

Ao ocupar seu hall com memória, a SAPT reafirma seu compromisso com a identidade local e com o cuidado daquilo que não se mede apenas em números ou datas: as experiências vividas. A exposição não é um ponto final, mas um convite permanente ao diálogo entre passado, presente e futuro.

Assim, entre uma chegada e outra, o clube lembra a todos que memória também é movimento. E que preservar histórias é, sobretudo, uma forma de fortalecer vínculos, cultivar pertencimento e seguir construindo novos capítulos.

Quer acompanhar as notícias do jornal A FOLHA Torres no seu celular?

CLIQUE AQUI e acesse nosso grupo no Whatsapp

Anúncio Slider Final
Anúncio Slider Final

Publicado em: Cultura






Veja Também





Links Patrocinados