A Juíza de Direito Marilde Angélica Webber Goldschmidt, titular da 1ª Vara Criminal da Comarca de Torres, homologou a prisão em flagrante e decretou a prisão preventiva do homem investigado por envolvimento na morte do sobrinho, de 10 anos.
Segundo as investigações policiais, a criança teria sido morta por facadas na casa do avô, que é pai do investigado. O fato ocorreu na quinta-feira (6) em Torres. A magistrada decidiu manter o investigado preso por garantia da ordem pública, tendo em vista a gravidade da conduta e o efetivo risco de mantê-lo em liberdade. Foi considerado ainda o grau de parentesco, a idade da vítima e o fato de que a criança tinha Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Segundo as investigações policiais, a criança teria sido morta por facadas na casa do avô, que é pai do investigado. O fato ocorreu na quinta-feira (6) em Torres. A magistrada decidiu manter o investigado preso por garantia da ordem pública, tendo em vista a gravidade da conduta e o efetivo risco de mantê-lo em liberdade. Foi considerado ainda o grau de parentesco, a idade da vítima e o fato de que a criança tinha Transtorno do Espectro Autista (TEA).
A Juíza determinou o encaminhamento do preso à Penitenciária Modulada Estadual de Osório (PMEO), onde ficará segregado preventivamente e passará por avaliação psiquiátrica, considerando alegações defensivas acerca de seu estado de saúde mental.
A principal linha de investigação, segundo a Polícia Civil, trabalha com a hipótese de que o homem, que tem 42 anos, tenha tido um surto psicótico e ferido o menino no pescoço. Outras motivações, no entanto, não estão descartadas
Relembre o caso
Um menino de 10 anos foi morto a facadas na tarde da quinta-feira (06) em uma residência no bairro Igra Norte, em Torres, Litoral Gaúcho. O principal suspeito pelo crime é o próprio tio do menino, um homem de 42 anos com transtornos psiquiátricos.
Segundo relatado à Polícia, o avô da criança, um homem de 69 anos, tentou impedir o ataque, mas acabou ferido na mão, sem gravidade. Quando a Brigada Militar chegou ao local, encontrou a criança já sem vida na sala da casa.
O agressor resistiu à abordagem policial e precisou ser imobilizado com uma arma de choque. Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Polícia Civil também estiveram no local para prestar atendimento.