ALESSANDRO LEVA BOLO PARA COMEMORAR” ANIVERSíRIO DA COMPRA DE NOVA SEDE DA PREFEITURA

15 de setembro de 2014

Em seu pronunciamento durante a última sessão da Câmara Municipal, realizada na segunda-feira (8/9), o vereador Alessandro Bauer Pereira (PMDB) manteve seu estilo de oposicionista excêntrico em suas manifestaçíµes e levou um bolo, com uma vela alusiva a um ano, para lembrar que fez aniversário a polêmica compra (por parte da prefeitura de Torres) do prédio do ex-hotel Beira-Mar. O prédio foi adquirido para cumprir a promessa de campanha da prefeita Ní­lvia, de providenciar uma nova sede para centralizar o trabalho de todas as secretarias da municipalidade.

O vereador lembrou todas as mobilizaçíµes feitas í  época para agilizar a compra, realizadas por servidores que afirmavam que a sede atual da prefeitura iria cair caso não houvesse a compra de um novo prédio, dentre outras crí­ticas feitas í  época da polêmica aquisição, que passou na câmara de forma apertada e gerou grande debate (e embates) na sociedade torrense. Faz um ano daquele circo montado para comprar o prédio;  e hoje constatamos que continuamos pagando alugueis e sem sequer  termos data para a mudança, afirmou Alessandro em seu espaço.

 

Outras promessas não cumpridas

 

 O vereador aproveitou a deixa a manteve sua oposição ao governo lembrando também que, conforme ele, outras várias promessas de campanha não foram cumpridas. Alessandro cobrou a realização de concurso público prometidos em campanha, mas passados quase dois anos ainda não há notí­cias do assunto; ele cobrou providência quanto aos postos de saúde prontos no governo João Alberto, que estão há 2 anos sem serem ocupados pela atual prefeitura; e cobrou principalmente a falta de ação para que mais vagas em creches fossem providenciadas, também tema agudo da campanha do governo Ní­lvia, que está no poder.

O vereador oposicionista repetiu mais uma vez sua discordância para com os valores de subsí­dios dados pela atual administração para a realização da semana Farroupilha de Torres. Se eu fosse o patrão, agradecia e não aceitava estes R$ 10 mil, mas sei que o MTG necessita de apoio, concluiu Alessandro.


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