Comerciantes de Torres reclamam de interrupção de luz no expediente de trabalho

10 de dezembro de 2015

 

 

Por Fausto Junior

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Na manhã da última segunda-feira (7/12), o centro da cidade de Torres ficou sem energia elétrica por conta de um trabalho de manutenção realizado pela gerência da CEEE da cidade. Como estamos em dezembro, um mês de alto movimento no comércio por conta das festividades do final de ano (Natal, Amigos Secretos, Réveillon, dentre outras solenidades desta época), e, ao mesmo tempo, a cidade de Torres nesta época também estar se preparando para receber turistas e veranistas – arrumando as casas e hotéis para a temporada – os comerciantes tiveram problemas ‘acima da média’ por conta da  interrupção de luz promovida pela estatal gaúcha de energia. A empresa avisou a interrupção com antecedência, mas os comerciantes pedem mudanças institucionais na atitude.

Temos dois mil comerciários trabalhando nas lojas torrenses que ficaram parados durante manhã inteira nesta segunda-feira, em pleno mês de dezembro, desabafa Nasser Samham, presidente do Sindilojas de Torres & região.   Samham também oficiou a CEEE para que, a partir de agora, realize estes trabalhos durante a noite, fora do horário comercial. Ele lembra que já teve de fazer este tipo de reclamação em anos anteriores – mas agora, quer que isto fique normatizado.

 

Encontro na Capital com diretores da CEEE

 

Nesta semana que segue, a vereadora Gisa Webber (PP) agendou uma reunião com a diretoria da CEEE. í‰ que esta diretoria é cota de indicação polí­tica do Partido Progressista no governo Sartori. No encontro, Nasser e outros empresários – também lí­deres de entidades de Torres – irão pedir compromisso polí­tico da diretoria da CEEE para que atenda ao pedido do Sindilojas de Torres e, afinal, atenda a demanda de todos os comerciantes do Litoral Norte.

No veraneio o número de a habitantes nas cidades balneários mais que quadriplicam em sua média. Em perí­odos especiais e na maioria dos finais de semana, Torres, por exemplo, passa de 34 mil habitantes para atender uma demanda de até 300 mil pessoas. E estas pessoas consomem acima da média no comércio local, por conta da alta rotatividade entre visitantes.


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