Davino (centro ao lado de Lú) com Dê Goulart (d) e Fábio da Rosa (e) formam a mesa diretora que comanda a Câmara no ano eleitoral de 2016
Em votação acirrada, vereador petista venceu por um voto
Por Fausto Junior
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Em votação no início da última sessão da Câmara de Vereadores de Torres, realizada na tarde de segunda-feira (7/12), foi eleita a nova Mesa Diretora do último ano da legislatura atual (2013 a 2016) do poder legislativo torrense. O vereador Davino Lopes (PT) venceu por um voto a chapa oponente, liderada pelo vereador Marcos Klassen (PMDB). Foram sete votos para Davino contra seis para Marcos.
Votaram a favor do novo presidente a maioria da base aliada do governo Nílvia: Davino (PT), Lú (PT), Machado (PT), Fábio da Rosa (PP), Dê Goulart (PDT), Ernando Elias (Pros) e Jeferson (PTB). Já Alessandro (PMDB), Gimi (PMDB), Marcos (PMDB), Tubarão (PMDB), Gisa (PP) e Nego (PC do B) fizeram os votos dados í chapa de Marcos Klassen – perfazendo os 13 vereadores titulares da Câmara Municipal de Torres.
Disputado, mas respeitoso
O Pleito foi de disputa bastante acirrada – onde os arranjos já se faziam há um mês. Mas nenhum desrespeito pessoal ou partidário se somou í disputa. Ao contrário, em seu pronunciamento na sessão, a seguir, o vereador Marcos Klassen parabenizou seu companheiro de Câmara Davino pela vitória, assim como agradeceu pelos seis votos conquistados. O Voto do vereador Ernando Elias acabou sendo a especulação. Conversas de bastidores sugeriam que Elias até entraria no PMDB e votaria a favor da chapa de oposição, dando o voto de minerva a favor de Marcos, o que não ocorreu. Ernando se mantem no seu Pros e votou na chapa liderada pelo vereador Davino, do PT, partido da prefeita Nílvia – se mantendo fiel í base da qual o Pros é aliado.
Temas importantes em 2016
Acompanham Davino Lopes na mesa principal – que dirigirá os trabalhos a Câmara Municipal de Torres em 2016 – o vice-presidente Fábio da Rosa (PP), a secretária Professora Lú (PT) e o segundo-secretário Dê Goulart (PDT). O ano que vem será ano eleitoral e pressupíµes receber regras mais restritas. Mas temas caros í sociedade podem entrar em pauta. A revisão do Plano Diretor Urbano da cidade, por exemplo, deve ser debatida e votada no ano que vem, com esta mesa diretora liderada pela base aliada do governo Nílvia. E este tema é estratégico para mostrar ‘o quem, o que e o como’ deve se apresentar o pleito de outubro de 2016.


