EM TORRES, MARí‡O DESTE ANO TEVE MENOS PROCURA POR SEGURO DESEMPREGO EM COMPARAí‡íO COM MARí‡O DE 2015

11 de abril de 2016

Dione dos Santos é gerente do SINE Torres

 

Governo está mais fiscalizador nos processos  e perí­odo de carência é maior

 

Por Fausto Júnior

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O veraneio de 2016 foi melhor que o de 2015 para o comércio de Torres em geral. A vinda dos argentinos e uruguaios para a cidade aumentou o faturamento dos equipamentos comerciais que atendem a demanda da temporada, o que, consequentemente, deixa mais moeda girando na cidade. E isso beneficia toda a sociedade, até í queles que não dependem do veraneio.
Mas a cidade acabou, também, estampando dados positivos sobre o emprego e a empregabilidade, o que dá mais robustez á dedução de que o veraneio foi bom para os negócios. Foram 282 pedidos de seguro-desemprego deferidos em Torres no mês de março de 2016 – em torno de 45% a menos que no mesmo mês de 2015, quando 512 benefí­cios foram aferidos.

GOVERNO FEDERAL ESTí FISCALIZANDO MAIS A LIBERAí‡íƒO

Conforme informa a gerente do FGTAS/ SINE em Torres, Dione Andréa dos Santos, os dados mostram modificaçíµes na metodologia do seguro, que antes exigia menos carência nos empregos para a obtenção do benefí­cio". Mas Dione acusa a maior fiscalização do governo federal para a concessão como motivo principal para a diminuição.Estamos conseguindo empregar mais gente em Torres. Aproximamos-nos do empresariado e temos obtido muitas demandas por emprego através das empresas locais, afirma a gerente do SINE.  
Tivemos uma temporada bastante positiva na oferta de emprego e parece que repercutiu bem o movimento do veraneio até no mês de março, mais tradicional em gerar desemprego aqui em Torres, continuou Dione.   Mas o sistema tem sido mais bem fiscalizado pelo governo federal.
Conforme exemplificou a gerente do SINE Torres, havia casos de empresas admitirem e demitirem familiares três vezes seguidas para que os mesmos usufruí­ssem do seguro-desemprego. Mas nos últimos meses, o Ministério do Trabalho e a FGTAS (Fundação Gaúcha do Trabalho e Assistência Social) – órgão gaúcho que representa o sistema no RS (onde o SINE está incluí­do) – estão mais fiscalizadores dos processos em todo o Brasil, disse.

OUTROS NíšMEROS POSITIVOS EM TORRES

No mesmo mês de março, 490 pessoas foram encaminhadas através do SINE de Torres para empregos na região de abrangência (Grande Torres), que inclui cidades vizinhas gaúchas. No mesmo perí­odo do ano passado, foram encaminhadas somente 193. Neste ano, triplicaram as colocaçíµes de empregados feitas totalmente através da agência do SINE em Torres, se comparado com o mesmo perí­odo de 2015. Nove pessoas conseguiram carteira assinada contra três em 2015.

 

 

 

 


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