Emergências psiquiátricas foi tema de capacitação do SAMU do Litoral em Torres

28 de janeiro de 2010

Psiquiatra Miguel Adad do PPV coordenou trabalhos no Guarita Park Hotel na última sexta-feira

   

Cerca de 200 profissionais do Salvar-Samu Litoral Norte participaram nos dias 22 e 23 de janeiro de uma capacitação sobre dependência quí­mica e violência. A atividade, conjunta entre o Hospital Psiquiátrico São Pedro e o Programa de Prevenção da Violência (PPV) objetiva orientar os participantes sobre as dificuldades encontradas no manejo com o paciente psiquiátrico. Participou do evento o psiquiatra Miguel Adad, presidente da Mesa Diretora Estadual do PPV.  

Na capacitação os profissionais participantes receberam palestras sobre como agir em situaçíµes de emergências psiquiátricas; quais os casos mais comuns; e que tipos de medicamentos podem ser utilizados nesses casos. Outros temas foram também trabalhados no treinamento como: a criança e o adolescente na emergência psiquiátrica; a enfermagem na emergência psiquiátrica; e emergência em dependência quí­mica. As palestras foram realizadas por profissionais do Hospital Psiquiátrico São Pedro (HPSP), como Gilberto Slud Brofman, Alceu Gomes Correa Filho e Rogério Alves da Paz, entre outros. No final do encontro foi realizada uma mesa redonda.

   

Operacionalização é feita pelo fone 192

      Para o atendimento, Torres atualmente conta com duas ambulâncias da rede Salvar/Samu, sendo uma unidade básica e outra de suporte avançado (UTI). As ambulâncias funcionam em plantão permanente, com equipes de profissionais da área de saúde treinadas especialmente para realização do serviço. O socorro é feito após ligação telefí´nica gratuita para o número 192. A chamada é atendida por técnicos da Central de Regulação do Estado, em Porto Alegre, que identificam a localização do paciente e o motivo da ligação e, imediatamente, transferem o telefonema para o médico regulador. Conversando com o paciente por telefone, ou obtendo informaçíµes da pessoa que ligou, o médico regulador verifica o tipo de atendimento que ele precisa e que veí­culo enviará ao local, se uma ambulância de suporte básico ou uma com suporte avançado de vida. O veí­culo adequado é despachado imediatamente para o local enquanto o médico, ao telefone, continua dando informaçíµes básicas para a pessoa que está próxima da ví­tima no intuito de manter a situação sob controle e calma até a chegada do socorro.        

 


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