Jovem assassinado a tiros: Sí‰TIMO HOMICíDIO DO ANO EM TORRES

30 de abril de 2015

 

 

*Por Guile Rocha  

 

Paulo César da Silva Pereira Júnior, 21 anos de idade,  foi  executado  na noite de terça-feira (29), em Torres. Segundo testemunhas, um automóvel passou próximo a ví­tima já disparando, indicando que o atentado já era premeditado. A ví­tima foi atingida por com três tiros na cabeça em um local ermo do bairro. A Brigada Militar foi alertada e prontamente deslocou-se até o local do crime, socorrendo a ví­tima e encaminhando-a para a SAMU. Paulo Cesar chegou ao hospital ainda com vida, porém não resistiu aos ferimentos.

Paulo César era natural de Torres e morador do bairro Dunas, e já tinha passagem na polí­cia por posse drogas e roubo (conforme informou a DP Local).

 

Guerra entre gangues?

 

Segundo informou para A FOLHA o Delegado de Torres, Celso Jaeger, aparenta estar havendo uma espécie de guerra entre gangues na cidade: Ele conta que a ví­tima assassinada nesta terça era do mesmo grupo do menor Rafael Yuri Borba, também executado a tiros na última quinta-feira (conforme noticiado na última edição do jornal A FOLHA).

O caso está sendo investigado pela Delegacia de Polí­cia, mas rivalidades entre grupos de tráfico e uma possí­vel relação de passionalidade (traição amorosa) aparecem como causas possí­veis, segundo informaçíµes das autoridades.

 

7 homicí­dios em 4 meses

 

O balanço da DP de Torres indica que a morte de Paulo César foi o sétimo caso de homicí­dio neste ano, em menos de 4 meses. Na maioria dos casos as mortes ocorreram com jovens ligados ao tráfico de drogas. Já em 2014 houveram 14 casos de homicí­dio consumados, e outras 15 tentativas de homicí­dio   registradas na DP de Torres

O delegado Celso Jaeger informa que as autoridades policiais realizam todos os esforços possí­veis para identificar os autores dos crimes – e A FOLHA já mostrou, em matéria recente, que a DP de Torres tem tido um bom ní­vel de resolução quanto aos crimes violentos na cidade. "E quando temos elementos suficientes, pedimos prisão preventiva para, ao menos, tirar os suspeitos das ruas. A regra diz que o indiví­duo deve estar em liberdade até que se prove o contrário, mas quando há provas preliminares mais contundentes pedimos prisão preventiva", informou o delegado.

 

 

 

 

 

 


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