Por : Fausto Araújo Santos Jr.
As placas de candidaturas das duas coligaçíµes principais que concorrem em Torres estão sendo depreciadas… mais uma vez… Não é de agora que se vê isto. E trata-se de covardia, seja lá qual for a estratégia dos depreciadores. Qualquer coisa feita no anonimato é covarde… E existe muitos covardes por aí que se apresentam como super-heróis.
Mas a artilharia contra as placas abre outra artilharia. A da especulação… A coligação agredida manda seus militantes das redes sociais colocarem as fotos das placas danificadas e dizem que a concorrência está desesperada. Aí, na rubeta da mesma manifestação, entram militantes da outra coligação sugerindo que a agressão foi de dentro do próprio partido. Que vem de pessoas que se desentenderam na campanha e que estaria se vingando em pleno pleito. E como existem placas sendo danificadas de ambos os lados, o eleitor atendo í s redes sociais vê uma guerra com metralhadora giratória. Confunde sua cabeça, pensa e acaba não chegando a nenhuma conclusão.
REGRAS POUCO COERENTES
Os estudantes secundaristas de Torres emitiram um documento pedindo o fim das bandeiras fixas da militância nas ruas. Eles alegam que o exagerado número de bandeiras está atrapalhando o dia-a-dia dos pedestres, do motoristas. Mas, falando em campanha, é estranho que NENHUMA COLIGAí‡íƒO tenha se posicionado contra os jingles de campanhas tocados pelas ruas por candidatos í vereador. Cada um faz a música conforme seu gosto, e gosto não se discute, já diziam í queles que comem cachorros como iguaria… Mas nenhuma coligação reclama dos exageros das musiquetas. Sequer segmentos que protestam contra placas no meio da rua, os segmentos que querem o fim das bandeiras, como os estudantes representados por sua associação, declaram que são contra as musiquetas.
Fora as das duas coligaçíµes, que são músicas mais escutáveis embora chatas , meu gosto discorda desta inércia. O MP nunca falou em eliinar as musiquetas; os partidos nunca pensaram em fazer acordo para eliminá-las de ambos os lados, como fizerem para não ter placas nos canteiros, acordo este que não está sendo obedecido.
Parece que meu gosto que é ruim… Acho que a população compraria um CD ( mesmo que pirata e vendido no camelódromo) com as musiquetas das campanhas desta eleição em Torres. Aí eles devem colocar em seus drives e fechar os olhinhos para cantarolar os jingles.
Gosto é gosto… +++ – ;(
Guerra cibernética
No facebook também se vê verdadeiros debates feitos na web, abertos, para todos os amigos verem. São verdadeiras declaraçíµes de amor aos candidatos. Brigam esperneiam respondem declaram, enfim. Como se fosse antes de um Grenal, os dois lados mostram suas caras. E, também como nos grenais, o resultado deve sair no dia 7 de outubro em torno das 19 horas.
Muitos destes militantes não se dão conta que, acima de tudo, são cidadãos, possuem uma imagem para preservar, necessitam ser respeitados após a eleição, pois eleição só define quem ganha e quem perde; não decreta território como muitos imaginam.
Tem gente aparecendo com arma em punho, tem gente xingando o adversário ou a adversária de nomes e até ofensas, um prato cheio para advogados desempregados que querem ganhar dinheiro com causas de perdas e danos morais.
O Facebook é um jornal que é editado pelo nome do dono do mural. Como qualquer jornal, revista, livro, dentre outras publicaçíµes, o leitor, ao ver a síntese dos donos de contas no Facebook, o qualifica, o coloca na memória das publicaçíµes, se nas sérias, nas engraçadas, nas irí´nicas, nas inteligentes, nas burras. Mas tem gente que se faz de esperto no Facebook e que parece que seus leitores devem o qualificar de palhaços, de manipulados, de sem noção, de sem coerência.
Não dá para não rir de pessoas que militem em nomes de candidatos no Face e dizem A em uma afirmação, mas logo adiante dizem B da mesma afirmação. Tudo em nome de seu candidato. São vaquinhas de presépio, que não se dão conta que quando terminar a eleição, o que fica para as pessoas é a IMAGEM que ele deixou. Se liguem, político não é rei!


