PREVENí‡íO í€S DROGAS: Associação Koi presente em palestra da CUFA/RS para estudantes

3 de junho de 2013

 

Gustavo Einsfeld e Manoel Soares  

 

A "Associação Koi – A Clí­nica do possí­vel" (entidade daqui de Torres), esteve presente, quinta feira passada (23),   em palestra na cidade de Arroio do Sal, realizada pelo coordenador da CUFA / RS (Central íšnica das Favelas) e repórter do Grupo RBS, Manoel Soares. Em palestra para cerca de 500 estudantes do municí­pio, o tema principal foi a questão das drogas, objetivando transformar estudantes em multiplicadores de uma mensagem sobre prevenção. O trabalho que fizemos não é para combater o tráfico, mas sim combater o interesse do jovem pela droga, que é o maior problema. O traficante não empurra a droga para o usuário, sabe ser convincente, afirmou Manoel, que também falou sobre o livro que faz parte do projeto, Os Zumbis da Pedra. "í‰ uma maneira lúdica de falar sobre o problema", ponderou.

De maneira divertida e com linguagem bem acessí­vel para os jovens, Manoel Soares conseguiu segurar o publico de crianças e adolescentes demonstrando como funciona o cérebro das pessoas, utilizando os jovens como participantes, interagindo diretamente no palco com ele. "Não adianta apenas fazer relação com a morte e a dor para afastar o jovem das drogas. A metodologia do choque não funciona, pois o jovem, ao invés de ter medo, pode reproduzir o que sentiu para chocar a sociedade, comentou.

 

Ocupando os espaços

 

Enfrentar as drogas ocupando espaços. Os espaços fí­sicos, lugares abandonados e frequentados por traficantes e viciados; os espaços simbólicos, surgidos com a ausência de serviços e polí­ticas públicas e com a falta de acesso í  educação; e os espaços afetivos, deixados por famí­lias com graves problemas financeiros e estruturais. Essa é a estratégia da Cufa, organização fluminense presente nos 26 estados e no Distrito Federal, que promove atividades nas áreas da educação, lazer, esportes, cultura e cidadania.

O trabalho da Cufa oferece aos jovens oficinas de grafite, DJ, break, rap, audiovisual e literatura, além de esportes como artes marciais, skate e basquete de rua, entre outras. Essas formas de expressão, de acordo com Manoel Soares, servem como ferramentas de integração e inclusão, principalmente em locais que costumam ser redutos de consumo e tráfico de crack, prostituição, brigas e assassinatos. Foi graças aos vácuos, espaços que não foram ocupados por nós, que a droga se instalou.

Em oportunidade o Diretor Geral da Associação Koi, Gustavo Georgio Einsfeld, pode estar conversando com Manoel Soares, apresentando os trabalhos realizados pela Associação Koi, que faz atendimentos a dependentes quí­micos e principalmente realiza trabalhos de prevenção í s drogas. Gustavo entregou em mãos para Manoel Soares alguns documentos com os projetos sociais hoje prestados pela Associação Koi em promoção e prevenção í  saúde.

Assim a Associação Koi demonstra mais uma vez que se engaja com os movimentos alinhados na Rede de combate e prevenção de drogas, mobilizada em buscar novas informaçíµes e multiplicar o conhecimento sobre o assunto.    

 


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