Receita tributária foi maior do que a dos repasses no primeiro quadrimestre do novo governo Ní­lvia

3 de junho de 2013

 

Embora o orçamento de 2013 tenha sido realizado pelo governo João Alberto, que encerrou suas atividades em dezembro passado, é a gestão financeira e polí­tica do governo Ní­lvia que recolhe e gasta os recursos da municipalidade. E na última terça-feira (28), a nova administração torrense, liderada pelo governo Ní­lvia e Brocca, apresentou pela primeira vez os resultados quadrimestrais financeiros de gestão, obrigados a serem disponibilizados publicamente nas Câmaras em audiência pública, a cada quatro meses do ano.

A Audiência Pública coordenada pela Comissão de Orçamento e Controle da Câmara Municipal, presidida pelo vereador Carlos Monteiro, o Tubarão (PMDB), recebeu prestí­gio da maioria dos vereadores da casa. Da imprensa, somente o jornal A FOLHA se fez presente.

Os números do 1 º quadrimestre do ano de 2013 foram apresentados sob a coordenação da secretária de Finanças de Torres Fátima Cechin, mas com a participação do contador da prefeitura Sandro Fraga, que ficou í  frente na demonstração dos slides e nas explicaçíµes.

 Foi de em torno de R$ 16 milhíµes o resultado primário (sobras) da municipalidade no primeiro quadrimestre. A Receita Corrente do quadrimestre ficou em R$ 34 milhíµes, sendo que a receita tributária (impostos), de R$ 17 milhíµes, foi maior do que as transferências correntes (repasses do governo federal e estadual), que somaram R$ 13 milhíµes no quadrimestre. Este comportamento se deve ao alto volume de entrada do IPTU nos primeiros meses do ano, mas deve cair no decorrer do perí­odo, ficando a conta contábil novamente atrás das receitas de transferências, como tem sido historicamente.

As receitas de capital se mantiveram elevadas como já vinham sendo no ano de 2012. Foram R$ 3,4 milhíµes. Elas representam recursos para investimentos (obras e equipamentos) vindos principalmente do Governo Federal.     A receita total do quadrimestre ficou em R$ 40.018.212,12, incluindo outras receitas de valores menores.

 As despesas com pessoal ficaram em 50,9% da receita, quando a lei de responsabilidade fiscal exige que fique abaixo de 60%.    


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