Presa por matar filha de 2 anos em Balneário Gaivota não soube relatar crime à polícia, diz delegado

Pai e o irmão da menina estavam em estado de choque, assim como a suspeita, localizada com sangue nas mãos e nos pés. Suspeita da Polícia Civil é de que tenha sofrido um surto psicótico

12 de setembro de 2025

A mulher de 42 anos – apontada por matar a própria filha de 2 anos em Balneário Gaivota, no extremo-sul de Santa Catarina – não soube relatar o que aconteceu no momento do crime. Presa em flagrante, ela foi levada ao presídio e a suspeita da Polícia Civil é de que tenha sofrido um surto psicótico.

O homicídio aconteceu na manhã de quinta-feira (11), na casa da família. Quando os policiais chegaram, o pai e o irmão da menina estavam em estado de choque, assim como a suspeita, que foi localizada com sangue nas mãos e nos pés.

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Conforme o delegado Jorge Ghiraldo, a mãe não tinha histórico de problemas de saúde mental recentes e não fazia tratamento.

O filho dela afirmou, no entanto, que a mulher teve diagnostico de depressão anos atrás. A Polícia Civil sugeriu à Justiça a instalação de incidente de insanidade.

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“Ela não tomava remédio algum, não tinha tratamento médico, não existia. A única coisa que o filho falou é que lá, há alguns anos, foi detectada uma depressão e ela nunca procurou tratamento. Mas não tinha histórico nenhum de droga, de álcool, de remédio descontrolado. E a família, aparentemente, vivia bem”, disse Jorge.

Por se tratar de um caso em flagrante, ela já foi indiciada por homicídio qualificado, pela impossibilidade de defesa da vítima, motivo torpe e também por se tratar de uma criança.

A audiência de custódia ocorre ainda nesta sexta-feira (12).

 

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Publicado em: Policial






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