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INTERNACIONAIS
- Grandes manifestações na California (EUA) contra políticas de Trump – Depois do ‘tarifaço’ de Donald Trump, o encarregado da embaixada americana em Brasília avisou que os Estados Unidos querem acesso a minerais essenciais para o setor de tecnologia. E, a oito dias do 01/08, o presidente Lula disse que a Casa Branca não dá sinais de querer negociar.
- O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou que vai reconhecer o Estado Palestino em setembro.
- Autoridades da Rússia afirmaram que não há sobreviventes na queda de um avião com quase 50 pessoas.
- George Santos, ex-deputado dos EUA filho de brasileiros, deve ser preso nesta sexta-feira
- Brasil tem pouco a perder retaliando EUA e Trump respeita coragem, diz Nobel de Economia à BBC Brasil – Em entrevista à BBC News Brasil, Paul Krugman disse que carta de Trump deve ser entendida ao pé da letra — e que PIX está provocando rancores no setor privado americano.
- Não é só tarifaço: mosca mortal também pode aumentar preço da carne bovina nos EUA – Preço do alimento está atingindo recordes no país por causa de uma diminuição do rebanho. Governo americano teme que mosca-da-bicheira, que está no México, chegue aos EUA.
- Eduardo ignora apelos, escala aposta e ataca senadores e Tarcísio – Posicionamentos do deputado acirram crise diplomática e contrariam setores que buscam preservar capital político da direita.
- Governo Trump diz que Moraes é o ‘coração pulsante’ de ‘perseguição’ contra Bolsonaro: ‘Estamos atentos e tomando providências’ – Em rede social, subsecretário de Diplomacia Pública dos EUA voltou a criticar ministro do STF. Afirmação foi feita um dia após Trump dizer que aplicou tarifa de 50% a países com os quais ‘não têm uma boa relação’.
NACIONAIS
– Ex-assessor de Bolsonaro admite no STF ter sido autor do plano que previa assassinato de Lula, Alckmin e Moraes– General Mario Fernandes disse que o conteúdo não passou de um ‘pensamento digitalizado’. Tribunal ouviu nesta quinta réus da trama golpista que tentou manter Jair Bolsonaro no poder.
– Veja ranking das 20 cidades e dos estados mais violentos, segundo dados do Anuário de Segurança
– Começou a devolução do dinheiro descontado ilegalmente de aposentados e pensionistas do INSS.
– O ministro Alexandre de Moraes considerou que Jair Bolsonaro descumpriu medida cautelar numa irregularidade isolada e não decretou prisão preventiva.
– Brasil atingiu novos recordes de estupros e feminicídios.
O que a mídia pensa | Editoriais / Opiniões
Liberação de gasto expõe incúria fiscal do governo – O Globo – Decisão de descongelar R$ 20,7 bilhões ignora trajetória alarmante do endividamento público
A decisão do governo de liberar o gasto de R$ 20,7 bilhões que estavam congelados é uma chance perdida — mais uma — de buscar o equilíbrio das contas públicas. Com a medida, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva comprova não dar a devida atenção à gravidade da situação fiscal.
De normal, o endividamento brasileiro nada tem. Mantido o rumo atual, a dívida bruta deverá crescer 10 pontos percentuais no atual mandato e chegar, pelos cálculos oficiais, a 82% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026, bem acima da média dos países emergentes (65%). Preocupado em se reeleger, o presidente prioriza o curto prazo, com mais dinheiro sendo usado para manter a economia aquecida. Mas não é tão difícil entender por que tal situação é insustentável e desastrosa. Uma hora a conta do endividamento descontrolado chega, com investimentos inibidos e queda na criação de postos de trabalho de qualidade.
Trump pode desafiar o ‘TACO’ com o Brasil – Adriana Fernandes Folha de S. Paulo Para rebater a piada de que ‘sempre volta atrás’, presidente pode usar o nosso país como exemplo
A ênfase dada pelo ministro Fernando Haddad (Fazenda) ao revelar que o governo já trabalha com um plano de contingência para socorrer empresas que venham a ter prejuízos com a confirmação da sobretaxa de 50% de Donald Trump é o sinal mais contundente de que Lula vê como baixíssima, para não dizer remota, a chance de negociação de um acordo até o dia 1º de agosto.
Uma tentativa de mostrar que medidas estão sendo preparadas na hora em que o pior cenário chegar, indicando à população que o governo não está de braços cruzados em contraponto ao desfecho previsível. Sem avanços nas conversas, faz uma sutil, mas importante, virada de discurso após a fase inicial da crise de reforçar o patrocínio da família Bolsonaro na ameaça de Trump.







