A Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) divulgou, nesta sexta-feira (19/12), o 2º boletim do projeto Balneabilidade da temporada 2025/2026.
Baseado na análise consolidada de 5 semanas, o programa monitora 96 pontos de praias e balneários de 45 municípios do Estado do RS.
De acordo com as informações, subiu de 85 para 87 o número de pontos próprios para banho nas praias a balneários do Estado. Nesta semana, Santa Maria e Santiago saíram da lista, totalizando nove pontos na condição imprópria.
No Litoral Norte gaúcho, todos os pontos seguem considerados próprios para o banho
Município – Balneário/Praia (condição imprópria)
Barra do Ribeiro – Praia da Picada – Lago Guaíba
Nova Palma – Balneário Atílio Aléssio – Rio Soturno
Pelotas – Valverde – Trapiche
Pelotas – Santo Antônio – Av. Rio Grande Do Sul
Pelotas – Totó
Pelotas Valverde – Av. Senador Joaquim A. Assumpção
Pelotas Santo Antônio – Rua Bagé
Piratini Balneário Municipal Klérfim Cardoso – Rio Piratini
Tapes – Balneário Rebelo
Boletim 2: Clique aqui para conferir a planilha completa. (.pdf 207,51 KBytes)
O Balneabilidade, que determina se um local está próprio ou impróprio para banho, é executado pela Fepam, com o apoio da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan) e do Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas (Sanep).
A divulgação dos resultados acontece sempre às sextas-feiras, no site e nas redes sociais da Fepam, nas placas fixadas em praias e balneários nos locais de divulgação e no webaplicativo do Balneabilidade. Os boletins serão divulgados até 27 de fevereiro.
O Programa Balneabilidade é realizado anualmente pela Fepam, desde 1979, e está incluído no âmbito da Operação Verão Total desenvolvida pelo governo do Estado do RS.
Recomendações aos banhistas:
Entre na água apenas em local com condição própria para o banho.
Evite tomar banho em época chuvosa, nas primeiras 24 horas após chuvas intensas, em períodos de cheia dos rios ou em canais pluviais, saídas de córregos ou rios que afluem nas praias.
Não tome banho em locais com concentração de algas, pois podem conter toxinas prejudiciais à saúde.
Atenção especial com crianças, idosos e pessoas com baixa impunidade.







