ACOMAC de Caxias quer trazer para Torres projeto de captação e reciclagem de resí­duos tóxicos

1 de julho de 2010
Presidente da ACOMAC   de Caxias Natil Bado foi recepcionado pelo torrense
Jorge Ramos em visita ao jornal A FOLHA

 

 

Um projeto de reciclagem de mercadorias tóxicas, já em andamento e de muita resolutividade, implantado na cidade de Caxias do Sul, poderá ser implementado aqui em Torres, nos padríµes já aprovados da cidade da serra gaúcha. í‰ que a ACOMAC (Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção) daquela cidade, que coordena o processo por lá, se interessou nas caracterí­sticas de Torres e está se propondo a repetir a experiência aqui na cidade.  

Na última terça-feira, o presidente da ACOMAC de Caxias, Natil Antí´nio Bado, esteve em visita aqui no litoral e já fez reunião com a secretaria do Meio Ambiente de Torres no sentido de levar adiante a idéia de programar um sistema organizado de captação e encaminhamento de resí­duos considerados tóxicos, principalmente í queles que são vendidos em lojas de Materiais de Construção, como lâmpadas, latas de tintas, embalagens de colas, dentre outros.  

Lá em Caxias já existem quase 200 lojas cadastradas no processo. Elas são devidamente licenciadas para receberem os materiais dos consumidores em geral, que são colhidos de tempo em tempo para serem estocados em um determinado local, para que, após chegar a um determinado volume, é buscado por caminhíµes que encaminham tudo para reciclagem.    

Conforme lembrou o presidente da Acomac para a reportagem de A FOLHA, a questão é séria. Somente uma lâmpada fluorescente descartada no ambiente sem o devido tratamento preventivo pode contaminar 15 mil litros de água, afirma Natil. E atualmente no Brasil, somente 20% de todas as lâmpadas substituí­das são recicladas, o que mostra o trabalho que existe pela gente, diz.

   Idéia é inicialmente implantar o projeto somente aqui em Torres. Em suma, as lojas cadastradas irão receber o material, o que leva fluxo de clientes nas mesmas, além de ligar a imagem do estabelecimento í s boas práticas ecologicamente corretas, que será encaminhado, todos, para empresas especializadas em reciclagem de materiais tóxicos. Com o tempo, outras cidades da região e outros produtos de difí­cil reciclagem como eletrí´nicos, dentre outros, poderão entrar no processo.


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