A relatividade de nossos textos constitucionais, consequentemente, de leis que regulamentam ou reclamam pela obediência das diretrizes da Carta Magna, acabam deixando a sociedade confusa. A questão absolutamente relativa de leis que afirmam que “tudo pode embora nada possa” deixa os gestores engessados, quando acabam executando ações relativas também, para agradar os dois lados de narrativas, o que acaba abrindo espaço para indisciplinas.
Só que tudo acontece no município. E são eles que acabam tendo que executar leis ‘arrotadas’ e interpretadas de forma relativa pelo sistema, sem em contrapartida receber recursos para custear a exigência. O SUS, o SUAS e o sistema educacional que o diga. Olho nas eleições.
