OPINIÃO – CIDADE PAGA A CONTA DA RELATIVIDADE ABSOLUTA DAS LEIS

. O SUS, o SUAS e o sistema educacional que o diga. Olho nas eleições.

4 de abril de 2026
Coluna de Fausto Júnior - A FOLHA - Torres- RS

A relatividade de nossos textos constitucionais, consequentemente, de leis que regulamentam ou reclamam pela obediência das diretrizes da Carta Magna, acabam deixando a sociedade confusa. A questão absolutamente relativa de leis que afirmam que “tudo pode embora nada possa” deixa os gestores engessados, quando acabam executando ações relativas também, para agradar os dois lados de narrativas, o que acaba abrindo espaço para indisciplinas.

Só que tudo acontece no município. E são eles que acabam tendo que executar leis ‘arrotadas’ e interpretadas de forma relativa pelo sistema, sem em contrapartida receber recursos para custear a exigência. O SUS, o SUAS e o sistema educacional que o diga. Olho nas eleições.

 

 




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