Moradores do Tamburiki buscam regularização para receberem melhorias públicas

Reunião para debater assunto foi realizada na Prefeitura de Torres nesta terça-feira (09/06). Empresa contratada por moradores vai apresentar estudo técnico para avaliar viabilidade da regularização fundiária

10 de junho de 2026

O vereador de Torres, Gimi Vidal, participou de uma reunião na Prefeitura de Torres nesta terça-feira (09/06), ao lado de moradores e representantes do loteamento Tamburiki (localizado próximo à Estrada do Mar). O objetivo do encontro foi discutir alternativas de regularização fundiária da área.

O encontro contou também com a presença do prefeito municipal, Delci Dimer. A meta dos moradores é viabilizar a realização de investimentos do poder público no loteamento, como pavimentação, iluminação pública e outras obras de infraestrutura que possam beneficiar a comunidade.

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Durante a reunião, foi definido que a empresa Eagle Talk, contratada pelas famílias do loteamento, apresentará um estudo técnico para avaliar a viabilidade do processo de regularização.

Segundo Gimi Vidal, a iniciativa representa um passo importante para buscar soluções que permitam o desenvolvimento da região e garantam melhores condições de vida aos moradores do Tamburiki.

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Assunto recorrente

O assunto ‘Regularização Fundiária’ em Torres, principalmente na área do loteamento Tamburiki, já vem ocupando a agenda de autoridades do poder executivo e legislativo de Torres há tempos – inclusive com participação de demandas junto ao Poder Judiciário da comarca.

Na sessão da Câmara de Vereadores realizada dia 1º de junho, por exemplo, o presidente da Casa Legislativa, vereador Igor Beretta (MDB)  já havia formalizado um Pedido de Providencias sobre o mesmo tema durante seu espaço de posicionamento de tribuna da sessão. A FOLHA Torres pediu informações à municipalidade, que por sua vez informou do agendamento da reunião acima reportada.

Em maio de 2026, a Comissão Municipal de Regularização Fundiária (CMRF) de Torres salientava que a regularização do Tamburiki encontrava-se em fase inicial, com documentação parcialmente protocolada via sistema 1Doc. “Após análise preliminar, foi emitido parecer técnico apontando pendências que deverão ser sanadas para o regular prosseguimento da regularização”, salientava a CMRF.

 

 

 

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Publicado em: Política






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