Países considerados subdesenvolvidos e menos conceituados no futebol estão se destacando na Copa do Mundo de Futebol 2026. Jogando bem contra seleções poderosas de países Europeus, onde jogadores são negociados com cifras milionárias (em Euros), atletas de seleções pequenas , muitos ganhando salários bem mais modestos (como os de segunda divisão do Brasil) estão superando (ou ao menos ‘empatando) técnica e fisicamente, os seus irmãos ricos no maior campeonato de futebol do mundo.
Penso que são casos em que certo patriotismo está se destacando frente a capacidade profissional. Jogadores que usam mais o coração do que a inteligência em competições – e mostrando que o dinheiro não compra algumas coisas, tema que é básico em qualquer cartilha de auto-ajuda humana.
Creio que se a seleção brasileira definisse que só vai jogar a Copa do Mundo com jogadores que atuam aqui no Brasil, muitos atletas prefeririam ficar no país ao invés de se transferirem já aos 18 anos para equipes de nações poderosas no futebol e com moedas fortes (como o Euro), como tem acontecido.
É fácil acreditar que em Copa do Mundo, o coração é mais importante que a conta bancária dos jogadores convocados. Isso se chama Patriotismo. Uma opinião de um nacionalista, que poderia ser levada em conta pelas autoridades dos desportos.
