Torrense se torna o primeiro bombeiro piloto de balão do Brasil

1º sargento do Corpo de Bombeiros Militar Jeferson França (foto) conquistou a habilitação de piloto de balão. O "Balão Bill" (de sua propriedade e de Erick Mattos) é o primeiro balão em formato de bombeiro da história

1 de julho de 2026

Torres é reconhecida por lei federal como ‘a capital brasileira do balonismo’, um lugar onde o céu se transforma em uma galeria de arte (em especial no Festival Internacional de Balonismo). Contudo, em 2026, a cidade protagoniza um marco histórico para a história do desporto: a união entre a elite do salvamento brasileiro e o pioneirismo tecnológico do balonismo de formato especial. À frente deste projeto está o 1º sargento do Corpo de Bombeiros Militar, Jeferson França, que se torna o primeiro bombeiro militar brasileiro a conquistar a habilitação de piloto de balão, elevando o nome da instituição a novos patamares.

O “Balão Bill” (de sua propriedade e de Erick Mattos) é, mundialmente, o primeiro balão em formato de bombeiro da história. O equipamento carrega a identidade da Corporação, servindo como uma ferramenta estratégica de aproximação social e valorização da profissão e do esporte.

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Para alcançar este nível de proficiência, o Sargento França destaca a importância da base educacional sólida. “A conquista desta habilitação como piloto é o resultado de uma jornada de dedicação técnica que contou com o suporte fundamental da Escola Brasileira de Balonismo” – afirma, continuando: “A formação recebida através do professor Warley Macedo foi o diferencial para que o projeto pudesse atingir os mais altos padrões de segurança e profissionalismo. Agradeço imensamente à equipe de instrutores pela excelência na transmissão do conhecimento aeronáutico, preparando-me não apenas para dominar os ventos, mas para integrar a responsabilidade da aviação com a disciplina que carrego da caserna.”

O sucesso do projeto conta com o talento estratégico de Erick Matos. Piloto conceituado e sócio de França, Matos traz para o “Balão Bill” sua vasta experiência técnica. Enquanto o Sargento França foca na representatividade institucional e na missão de ser o elo entre o céu e a corporação.

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Ao verem o “Balão Bill” cruzar as nuvens, o público não enxerga apenas uma aeronave, mas o símbolo de uma corporação que está pronta para agir em qualquer ambiente. (FONTE –  Dapraia News)

 

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Publicado em: Geral






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