As comunidades dos Bairros dizem que estão juntas com a administração atual, por essa ser um pouco mais acessível, mas querem maior aproximação da administração pública com a população, pois os serviços realizados nas vilas e bairros são esporádicos: não há comunicação direta, nem existe um projeto com cronograma de serviços e atendimentos diretamente aos bairros. Associações sentem que falta diálogo com os moradores e entidades representativas dos moradores, além de não serem comunicadas quando os problemas serão solucionados. Com um pouco de esforço e planejamento, a prefeitura poderá ter iniciativas que podem oferecer serviços como saúde, assistência social, recreação… E também pode ter um plano para o planejamento urbano dos bairros de Torres, com participação da comunidade na definição de melhorias.
Objetivo – O objetivo seria dialogar com os moradores e tornar a comunicação entre a prefeitura de Torres e os cidadãos mais eficiente, levando serviços, ações de zeladoria e políticas públicas para periferia, criando ações e soluções e levando serviços e benefícios diretamente aos bairros para resolver desafios locais.
Promovendo a participação da comunidade no planejamento e na decisão sobre as políticas públicas que afetam o bairro, com atendimento personalizado nos locais, disponibilizando uma ampla gama de serviços públicos, como saúde, SINE, PROCON, entre outros, de forma mais acessível.
Poderia haver serviços diretamente na comunidade através de um projeto itinerante que instala estruturas temporárias em um bairro para oferecer serviços de diferentes secretarias, como saúde (avaliações, odontologia, pediatria), assistência social, e atividades recreativas.
Ideia boa seria ainda um planejamento urbano de comum acordo e em um processo de longo prazo, onde a prefeitura, junto com os moradores, elabora um “plano de bairro” com diretrizes para o desenvolvimento local. o plano abordaria infraestrutura, urbanismo, meio ambiente e moradia, levando serviços voltados ao cidadão, intervenções de zeladoria e políticas públicas para os bairros mais distantes e carentes, somando esforços com o governo local.
O critério para a escolha dos bairros, na minha opinião, seria baseado em indicadores de vulnerabilidade e demanda por serviços públicos. Poderia incluir mutirão de poda de árvores nas escolas, palestras sobre educação ambiental, sobre cultura infantil/popular, sobre o protagonismo além dos muros das escolas; ações de inclusão social, contando com serviços de limpeza de bueiros, galerias, tubos e conexões e córregos; operações Cata-entulho e Tapa-Buraco; poda de árvores; limpeza de praças e áreas ajardinadas, ações de educação ambiental e distribuição de mudas para a população. Pintura de guias; remoção de propaganda irregular, manutenção da rede pública de iluminação, capina e varrição das ruas e limpeza de pontos viciados.
Saúde: Campanhas de vacinação e orientações a crianças, adolescentes, adultos e idosos; campanha contra dengue (ações para evitar proliferação), doenças sinantrópicas (pombos, escorpiões, abelhas, formigas, etc.); cuidados, tratamento e vacinação de animais de estimação, desratização; teste de HIV/DST. Saúde no Esporte (orientações para prática esportiva); atividades lúdicas (brincadeiras, pinturas).
Assistência Social: Inclusão das famílias em programas de transferência de renda; revisão cadastral; atualização de dados no CADUnico e orientações a respeito de benefícios eventuais; encaminhamentos às Unidades Estatais – CRAS / CREAS para atendimento social (se necessário).
Por meio de um programa, a Prefeitura de Torres poderia levar serviços diversos à porta da população, valorizando o cuidado, a escuta e o respeito às pessoas que enfrentam dificuldades para se deslocar. A iniciativa levará diretamente às comunidades ações e serviços ofertados por todas as secretarias, fortalecendo a proximidade entre Prefeitura e população.
