Em busca de aprimoramento e troca de experiências, educadores e educadoras de escolas públicas de Três Cachoeiras e de Torres dedicaram o dia 22 de abril ao estudo da metodologia de projetos integrados aos conteúdos que devem ser trabalhados ao longo do ano. Denominada Ateliê de Projetos, a oficina realizada pelo Centro Ecológico e Teia de Educação Ambiental Mata Atlântica na Casa do Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), em Três Cachoeiras, teve como facilitadora a pedagoga Adriane Lipert.
Conforme a apresentação da especialista em educação ambiental, a metodologia de projetos incentiva a investigação, une diferentes disciplinas e coloca como protagonistas do aprendizado as próprias alunas e alunos, que tendem a organizar o pensamento e aprofundar a aprendizagem. “O desafio é articular o que já sabemos com o que a realidade nos pede: crianças, alunos, escola e território”, escreveu Lipert em seu perfil no Instagram.
A partir desta realidade, os dois professores e as 26 professoras, já tinham, durante a inscrição, elencado alguns temas socioambientais que gostariam de trabalhar em sala de aula: destinação correta de resíduos orgânicos, mudanças climáticas, destinação correta de resíduos secos (reciclagem) e conservação das águas.
Dentre as dificuldades para colocar em prática projetos sobre esses e outros temas, os participantes apontaram principalmente o crescentes exigências e burocracias em relação ao currículo escolar.
Almoço ecológico (e escolas participantes)
Como o encontro foi em turno integral, os e as participantes almoçaram no local, onde a cozinheira Marlene Schwanck, de Dom Pedro de Alcântara, preparou um cardápio com ingredientes da agricultura familiar agroecológica da região.
Participaram dessa formação a Escola Municipal de Educação Infantil Abelhinha, o Instituto Estadual de Educação Maria Angelina Maggi, a Escola Municipal de Ensino Fundamental Fernando Ferrari, a Escola Estadual de Ensino Fundamental Dom José Baréa, de Três Cachoeiras; de Torres participou a Escola Municipal de Educação Infantil Joaquina Matilde Santos dos Santos. Para a representante do IEE Maria Angelina Maggi a atividade foi ao encontro do que as professoras acreditam, mas que por vários motivos às vezes vai ficando esquecido.
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