Tramitará a partir de segunda-feira (25/5) na Câmara Municipal de Torres, uma Indicação, de autoria do vereador Zé Milanez (PL), que solicita formalmente que o Poder Executivo (prefeitura) “avalie a implantação de ações permanentes de monitoramento preventivo e fiscalização humanizada nos paredões e áreas de risco da Praia da Guarita”
O autor descreve uma espécie de plano para a implementação de sua Indicação como segue:
- Implantação ou designação de equipe qualificada para monitoramento preventivo e abordagem humanizada nos paredões e áreas sensíveis da Praia da Guarita;
- Integração entre Secretaria Municipal da Saúde, Secretaria de Assistência Social, Defesa Civil, Guarda Municipal e demais órgãos competentes, visando atendimento rápido e preventivo em situações de risco;
- Capacitação das equipes envolvidas em acolhimento, prevenção ao suicídio e manejo inicial de crises emocionais, respeitando protocolos técnicos e humanizados;
- Avaliação da ampliação de monitoramento por câmeras, rondas preventivas e sinalização informativa com contatos de emergência e apoio emocional em pontos estratégicos da Praia da Guarita;
- Elaboração de protocolo municipal de prevenção e resposta rápida em áreas de risco, priorizando a preservação da vida e a segurança pública preventiva.
Ocorrências sistêmicas
Na justificativa do documento a ser enviado ao governo municipal, o vereador Zé Milanez afirma que pretende, com o plano, “reforçar as ações de proteção à vida e prevenção em áreas sensíveis do município, especialmente nos paredões da Praia da Guarita”. Nesta semana, o corpo de bombeiros local teve de atender mais uma ocorrência registrada como suicídio no Morro
“Considerando relatos e ocorrências que despertam preocupação da comunidade, entende-se necessária a avaliação de medidas preventivas e integradas, com presença qualificada do Poder Público, monitoramento responsável e abordagem humanizada, buscando reduzir situações de risco e garantir maior segurança aos frequentadores e moradores” afirma Zé Milanez, se referindo a casos ocorridos no paredão.
“A proposta não possui caráter punitivo, mas sim preventivo e humanitário, priorizando o acolhimento, a atenção especializada e a atuação coordenada entre os órgãos municipais competentes”.







