Aprovação do estacionamento rotativo pago em Torres équase unãnime

22 de junho de 2014

 

Em audiência pública que debateu a implantação pela prefeitura do estacionamento rotativo (e pago) em Torres, praticamente todo o público participante mostrou-se apoiador da idéia. E mais. Pelo que se viu nos discursos, o sentimento é de que o processo já vem atrasado pelo menos uma década.

 A audiência aconteceu na tarde de quarta-feira (18/6), numa iniciativa da Câmara dos Vereadores para que a população externasse sua opinião antes do projeto entrar em debate (e votação) na casa legislativa. A maioria das lideranças de diversos segmentos da sociedade civil, assim como alguns vereadores, elogiou a medida. Mas mesmo com elogios, algumas idéias vindas dos mesmos representantes – civis ou parlamentares – dão conta que ajustes devem ser feito no decorrer da aprovação do processo na Câmara.

A forma de remuneração da empresa terceirizada, a ser contratada para gerenciar o sistema como um todo, é um tema que deve esquentar. A prefeitura no processo sugere terceirização total, onde a receita do municí­pio ficaria somente de 15%. Outro ponto que apareceu foi uma idéia de isençíµes. Alguns querem que tenha uma espécie de tolerância, quando os usuários que ficassem somente 10 minutos em uma vaga, por exemplo, não pagariam pelo estacionamento. Outros sugerem que hotéis e farmácias tenham área livre. Mas a defesa da igualdade para todos (com cobrança) parece que prevalece.

 A abrangência da área a ser implantado o estacionamento rotativo também não possui consenso. Uns acham que deve ser menor; outros, ao contrário, acham que deve ser muito maior.

 

Prefeita Ní­lvia lembra os ganhos ambientais

 

A prefeita Ní­lvia Pinto Pereira e o vice-prefeito Ildefonso Brocca também estiveram presentes no encontro, que quase que lotou o plenário da Câmara. Ní­lvia disse que a comunidade pede com urgência este programa. Citou exemplos – dela mesma – de desistência de realização de compras por conta de falta de vagas para estacionar no centro; e lembrou, também, que o ambiente e o ar que respiramos devem ser privilegiados com o processo, já que muita gente que usa veí­culos de forma supérflua (pois moram perto do trabalho ou do centro) irá mudar seu meio de locomoção para caminhadas ou para o uso de bicicletas para meio detransporte. í‰ que muitos comerciantes e comerciários estacionam seus carros nas vagas do centro, deixando pouco espaço para os que realmente necessitam.

Em breve,o projeto –  acatando ou não as sugestíµes oriundas da audiência pública –  será novamente enviado í  Câmara para votação dos vereadores.


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