COMPHAC SUGERE VíRIAS IDí‰IAS PARA PRESERVAR A HISTí“RIA DE TORRES

9 de junho de 2013

 

 

Em reunião de prestação de contas ordinária, que aconteceu na última quarta-feira (5), o Conselho Municipal do Patrimí´nio Histórico, Arquitetí´nico e Cultural de Torres (COMPHAC) apresentou todos os assuntos estudados pelo grupo conselheiro consultivo da cidade referente a intervençíµes necessárias nas leis, nos costumes e nas relaçíµes entre o público e o privado de Torres. O Conselho é consultivo, portanto não tem poder de deliberação. Trata tão somente de enviar aos órgãos competentes as idéias selecionadas pelo grupo em reuniíµes sistêmicas e de dar opinião quando chamado pelas autoridades locais.

Conforme o presidente do COMPHAC, o empresário do ramo imobiliário Cristiano Alves, várias propostas foram encaminhadas ao governo João Alberto. Mas, para a decepção dos conselheiros, nenhuma delas foi aproveitada. Ele espera que a nova administração ouça mais as idéias que surgem dos debates do Conselho torrense.

 

PREFERENCIA PELO FOMENTO

 

O que ficou caracterizado pelas propostas enviadas pelo conselho para serem avaliadas pelas autoridades locais mostradas na reunião de prestação de contas desta quarta-feira passada, foi a utilização do fomento ao invés da intervenção compulsória nos processos que dominaram as atitudes do conselho. Isenção de IPTUs, indenização de mercado e respeito í  propriedade dos imóveis inventariados para serem tombados pelo Patrimí´nio Histórico da Cidade é um exemplo.

Como proposta institucional ao fomento das artes na comunidade, o Conselho sugere que a Câmara Municipal construa um projeto de lei que obrigue que prédios com mais de 700 m2 de área construí­da sejam obrigados a equipar a entrada das edificaçíµes com obras de arte, í  exemplo do que já ocorre em alguns prédios da cidade. Inclusive o presidente do COMPHAC sugere também que os empreendedores que fizeram esta escolha, mesmo sem lei, que sejam de certa forma homenageados pela comunidade cultural e pela sociedade civil torrenses.

 

TROCA DE NOMES DE RUAS INCLUINDO ARTE & INDIOS

Uma nova forma de definir os nomes das ruas da cidade, inclusive sugerindo trocas de algumas por conta de representarem nomes que marcaram os anos de chumbo do Brasil, também fazem parte das propostas elencadas pelo Conselho e apresentadas no encontro de prestação de contas. O grupo sugere que os nomes de ruas priorizem mais as pessoas que fizeram parte da comunidade cultural da cidade, assim como sugere também que a participação dos indí­genas na formação do território e da cidade de Torres seja considerada, e que ruas e avenidas de alguma forma sejam nominadas com homenagens aos í­ndios que habitaram Torres antes da cidade ser civilizada pelos colonizadores.

O COMPHAC deve ter sua nova diretoria formalizada nos próximos dias. í‰ que a entidade depende de uma Portaria da prefeitura nomeando os secretários e servidores que farão parte do grupo, assim como as entidades que fazem parte do COMPHAC.

São elas: Rotary e Lions de Torres, Ulbra Torres, Onda Verde, OAB/Torres, Asenart, Actor e Terresart

 

 

 


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