Passeio da Colheita da Macela teve participação de 17 ciclistas

8 de abril de 2010

Aventura reuniu ciclistas de Passo de Torres

 e Torres que pedalaram 30 quilí´metros

A 2 ª Colheita da Macela sobre Duas Rodas, que aconteceu na Sexta-Feira Santa (2/4), teve a participação de 15 ciclistas de Passo de Torres e Torres e dois ciclistas profissionais de Capão da Canoa, que vieram dar apoio ao grupo.   Abaixo de muita neblina, a aventura começou na loja Souza Bicicletas, em Passo de Torres, por volta das 6h da manhã e rumou a Torres. O grupo foi pela Estrada do Mar e depois entrou na Estrada de Itapeva, encontrando um belo campo de macela após a entrada do Parque da Itapeva. A alegria tomou conta do grupo e a colheita dessa planta medicinal também chamada popularmente de macela foi farta.  

O passeio foi organizado pelo ciclista João Luiz Souza da Silva, de Passo de Torres. Os integrantes pedalaram 30 quilí´metros de ida e volta e o destaque foi para os pequenos ciclistas Eduardo de Mattos Santos, 7 anos, de Torres, e Vitória Gonçalves Kruger, 8 anos, de Passo de Torres. Outro destaque e que chamou a atenção das pessoas foi a triciclo pedalado por Souza e que levou de carona sua cachorra Lilica.  

A volta foi pela Praia da Itapeva, e o passeio todo ocorreu em 4he30min. Apesar do cansaço, os participantes gostaram muito e prometeram participar novamente no ano que vem. A empresa Pultrusão do Brasil, de Passo de Torres, apoiou o passeio, oferecendo um carro batedor e de apoio aos ciclistas, conferindo maior segurança aos participantes.

   

Bom para a saúde do corpo e da alma

   

A colheita da macela ou marcela para alguns, cujo nome cientí­fico é Achyrocline satureoides, é uma tradição da Páscoa. O chá de suas flores e ramos secos é usado no tratamento de problemas gástricos, diarréia e disenteria e cólicas de origem nervosa. A planta também é empregada como antiinflamatório, antiespasmódico (reduz contraçíµes musculares involuntárias) e analgésico.  

Ela é uma herbácea perene, de 60 a 120cm de altura. Cresce espontaneamente em pastagens e beira de estradas, sendo considerada pelos agricultores como uma planta daninha. Suas flores secas são utilizadas em muitas regiíµes para o preenchimento de travesseiros e acolchoados. Mas é na medicina caseira que seu uso é maior, tanto no Brasil como em outros paí­ses da América do Sul.

 

 

 

                                                                                         Souza no seu triciclo acompanhodo

                                                                                       de seu amigo cão      

 

 

 


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