POUCA VERBA DEVE SER MOTIVO DA FALTA DE MANUTENí‡íO DAS PRAí‡AS DE TORRES

16 de dezembro de 2014

   

Por Fausto Junior

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Em semana que se discute a implantação ou não de cafés em praças, que se debate a reforma de duas praças na cidade (que já possuem verbas para serem reformadas e equipadas), a questão da manutenção ou falta de manutenção nos mesmos espaços acaba surgindo nos debates da gestão pública local. A visí­vel falta de verbas para reformas, que é demonstrada pela prefeitura em todos os setores de governo –  afora o asfalto urbano – acaba sendo o motivo coerente para justificar esta mazela antiga, onde depredação, desleixo e pouca educação dos usuários são responsáveis pelo mau estado de algumas praças. E a morosidade das reformas acaba sendo reincidente, seja neste governo seja no governo anterior.

 

Vereador Marcos (PMDB) e A chamou a atenção com antecedência

 

O vereador Marcos Klassen (PMDB) já reclama publicamente disto desde o iní­cio do ano. Vários pedidos de providências e de informaçíµes foram encaminhados pelo gabinete do vereador í  prefeitura em 2014. Mas o problema continua. Nestes últimos dias, torrenses têm reclamado, também, pelas redes sociais, de desleixos públicos em várias praças, inclusive da área turí­stica de Torres: a Beira Mar. "São lixeiras sem recolhimento de lixo; bancos quebrados, brinquedos depreciados e etc. A depredação é a causa, mas onde estaria a solução?", questiona Marcos.

A FOLHA já fez várias matérias sobre o assunto. Empresários sugerem publicamente em audiências com a municipalidade, que a prefeitura deveria utilizar mais recursos em fiscalização, cuidados e manutenção de praças ao invés de reformar e construir outras novas, o que preocupa. A questão de quem vai cuidar do que, por conta da implantação dos cafés terceirizados nos espaços públicos locais, acaba sendo a dúvida da maioria dos opositores da idéia, inclusive alguns vereadores.

Urge que a cidade tenha um plano de manutenção e resguardo das praças. Não é mais coerente se ver gastos milionários sendo feitos, para, após, os equipamentos serem depredados (e até incendiados), o que coloca no ralo os investimentos públicos, feitos com o dinheiro dos impostos dos cidadãos.


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