TORRES: Quando aprender inglês na infância vira brincadeira

Com propostas lúdicas e imersivas, docente do Senac Torres desenvolve atividades conectadas ao universo infantil

Children, kindergarten and reading book in classroom, childhood development and growth for vocabulary in school. Listening, knowledge and information with storybook, learning and fantasy for friends.
1 de junho de 2026

Aprender brincando pode parecer apenas uma forma descontraída de ocupar o tempo das crianças, mas é, na verdade, uma das maneiras mais eficazes de desenvolver novas habilidades, especialmente quando se trata de um segundo idioma. Na infância, o aprendizado acontece de forma espontânea, por meio da curiosidade, da repetição e da interação com o mundo ao redor.

É nesse contexto que o ensino de inglês ganha um novo significado, já que, por meio da brincadeira, ele passa a ser vivenciado de forma natural, leve e integrado ao universo infantil. Essa é a proposta adotada pelo Senac Torres, onde as aulas são estruturadas para transformar o aprendizado em uma experiência prática e envolvente.

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“Brincar é a linguagem natural da infância. Quando a criança joga ou imagina, ela conecta o aprendizado à realidade dela de um jeito leve”, afirma a docente de idiomas do Senac Torres, Denise de Azeredo Moreira. “Nessa fase, o cérebro das crianças está altamente flexível para novos estímulos. Elas absorvem o idioma através da repetição, da convivência e do lúdico de forma muito espontânea”, completa.

Durante as aulas, são utilizados jogos educativos, músicas, tecnologias interativas e, principalmente, projetos criativos. “Eles são os pilares do aprendizado afetivo. As músicas trabalham o ritmo, a pronúncia e a memorização de forma leve. Os jogos trazem o elemento da participação e do raciocínio rápido, fazendo o inglês fluir de maneira espontânea. Já as histórias expandem o vocabulário e a imaginação”, explica.

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Além do aprendizado do idioma, as crianças também desenvolvem outras habilidades durante as aulas, como comunicação ativa, criatividade, raciocínio lógico, foco e trabalho em equipe. “É um processo que constrói autonomia, autoconfiança e, acima de tudo, o respeito e a curiosidade por outras culturas”, afirma Denise.

Mas a prática do inglês também deve ser estimulada no dia a dia e não apenas dentro de sala de aula. A docente explica que não é necessário que os pais saibam o idioma. O importante é que esse contato com o idioma seja incluído na rotina de uma forma natural. “Vale ouvir músicas juntos, colocar desenhos e filmes com o áudio em inglês, explorar jogos educativos ou ler historinhas. Incentivar o uso de palavras e expressões simples do cotidiano, de forma divertida, já faz uma diferença enorme”, indica.

Para a docente, aprender inglês na infância deve ser uma experiência leve e prazerosa. “O conhecimento floresce onde existe entusiasmo e conexão emocional. Quando usamos jogos, músicas e histórias, quebramos aquela barreira da obrigação e criamos um ambiente seguro”, destaca. Ao aprender sem pressão, a criança desenvolve uma relação positiva com o idioma e, mais do que dominar uma nova língua, passa a enxergar o aprendizado como algo natural, prazeroso e que será levado para toda a vida.

 

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Publicado em: Educação






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