A sociedade seria uma coisa encantadora se nela uns se interessassem pelos outros.” – Nicolas Chamfort

23 de julho de 2010

 

 

 

 

                A arte de cozinhar ganha cada vez mais adeptos. í‰ troca de receitas, gourmets e chefs que se especializam para repassar seus ensinamentos e segredinhos. E todos nós saí­mos ganhando nesses encontros. O Pátio também se envolve nessas verdadeiras tertúlias de sabores. Num desses eventos o Mestre Cuca foi Kau Matos que nos brindou com seus pratos deliciosos.

 

 

 

 

                Kau Matos na cozinha

 

 

 

                      MESA DE CINEMA com o filme Casamento Grego, nos reportou aos costumes deste povo e para completarsaboreamos Elliniki, um prato da gastronomia mediterrânea.  

                     Na próxima semana, dia 29, o filme a ser exibido é Chico Xavier, a história de vida deste grande espiritualista. Transcreve a trajetória do médium que viveu 92 anos desta vida terrena desenvolvendo atividades mediúnicas e filantrópicas. E para finalizar a noite serviremos Nhoque ao Ragu.

 

 

 

                                No Mesa de Cinema  

 

 

í‰ muito interessante saber se comunicar e em outro idioma não faz mal a ninguém. Assim o projeto INGLíŠS COM ARTE tem agradado a turma que participa das oficinas.

 

 

 

 

                                                  Lorelis Kessler e as participantes    

 

   

Dia 31as 21h, teremos um sarau musical com a apresentação do LUAU DOS FULANOS que já fazem sucesso entre os jovens. Gente nossa, talentosos e com ótimo repertório.

 

 

 

 

                Os artistas ensaiando Revista literária

   

Ana Laura Kosby, está com uma considerável coletânea de seus textos poéticos. E neste momento de grande produção transcrevo um de seus últimos poemas.

 

 

 

SOL DE MINHA SOLIDíƒO

   

Amanhece o sol tí­mido no ocidente  

já faz tanto tempo que não me sinto feliz  

amanhece o sol invernal, porém refulgente  

tal qual bálsamo lambendo cada cicatriz  

 

E na luz baça deste louco amanhecer  

volto a ser eu, começo a me reconhecer  

dentro deste húmido abismo em mim  

trespassa-me um raio deste sol sem fim.  

E por horizontes distantes em pagos errantes  

onde não estou eu, talvez um sonho, um querubim  

englobam-me raios, sonoros, suaves, brilhantes  

 

Irradiando calor, rubor e frescor de alecrim  

sou toque de sedução, ebulição de ventos distantes

sou satisfação, alvorada do sol que penetra em mim.      

 

 

 

 

 

   

 

 


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